26/02/2008Um momento glorioso no crepúsculo de Chet Baker
John Vinocur
Há vinte anos, quando Chet Baker caiu para sua morte da janela de um quarto de hotel em Amsterdã, iniciou-se uma pós-vida que, em termos de sórdida e lúgubre, quase se compara à coisa real.As gravações de solos desanimados parecem ter sido gravadas em microfones de R$ 30 e vendidas como lembranças da decadência de Chet Baker, lascas autenticadas do caixão do trompetista viciado.O macabro atrapalhou o sentimento. A polícia determinou que a morte de Baker fora um acidente, mas não deu explicação definitiva para sua queda. Então, um produtor de televisão holandês trouxe uma equipe de sensitivos ao hotel para sentir a verdadeira história. De olhos fechados e mão na testa, o mundo do além enviou mensagens de violência, de briga e de uma mulher.Se você gostava da música de Baker, talvez risse ou vomitasse.Foram os excessos deprimentes, em vez de seu talento, que quase sempre dominaram a história de Chet.Como jovem músico de talentos melódicos excepcionais, sua beleza deprimida e voz levemente insinuante o tornaram famoso. Anos mais tarde, quando se aprofundou no instrumento e ficou famoso por suas tempestades de lirismo e emoção, o que ficou foi seu rosto destruído pelo vício, sua prisão, sua dentadura que caía, sua tendência à destruição vagando pelo que restava dos clubes de jazz da Europa.Vinte anos depois de sua morte, no dia 13 de maio de 1988, aos 58 anos, pode-se dizer que basta. Este espaço quinzenal, que é sobre a apreciação plena dos prazeres melancólicos defende que existe um CD duplo e um DVD de Chet Baker brilhantes o suficiente para abafar as histórias aberrantes.O álbum com um quarteto chama-se "Chet Baker in Tokyo", e o DVD, contendo duas faixas adicionais: "Chet Baker: The Complete Tokyo Concert".O material foi gravado ao vivo em junho de 1987, cerca de onze meses antes sua morte.A apresentação impressiona porque envolve, no nível mais alto, o que as pessoas disseram que Chet sabia fazer - tocar baladas com eloqüência quase dolorosa, poética - e o que muitos disseram que ele não poderia: tocar forte até fazer o trompete soar sua essência.Isso significava, usando a frase de Art Farmer, um contemporâneo que quase desprezava Baker, "tocar como se estivesse reunindo as tropas".Em "Four", uma canção de Miles Davis, ou em "Arborway", do músico brasileiro Rique Pantoja, Baker, entrando e saindo sem esforço do tempo duplo, toca frases de crescente intensidade e originalidade que o retratam como um corajoso músico de bop.Em "Almost Blue", de Elvis Costello, Baker mostra seu desejo de segurar-se à melodia quase como se estivesse lendo uma pauta musical. Com seu som e ritmo, a faixa demonstra o que Charlie Parker chamou de aquela forma de tocar "doce, suave e ainda assim direta e honesta daquele gatinho branco".Em "My Funny Valetine", a marca de Baker e sua melhor música, a emoção e o veludo estão presentes em breve vocal, mas também estão trompetes fortes e agressivos, em contraste.Não é o chamado às tropas, mas é jazz em toda sua força. É Baker com duas vozes super-impostas. É como se Chet, colocando de lado os anos de destruição, dissesse: este é o músico que sou.O concerto de Tóquio me fascinou e emocionou como quando Miles Davis, em sua decadência, tocou "Time After Time", ou como Stan Getz, não muito antes de sua morte, fez nos álbuns "Serenity" e "Anniversary" com Kenny Barron.São desempenhos de remissão musical. São desempenhos de tamanha qualidade e sinceridade que dão uma sensação de contentamento e completude.Como isso aconteceu com Baker, que nunca derrotou (ou de fato combateu) seu vício?Perguntei sobre a sessão tanto a Harold Danko, pianista de Chet e hoje diretor do departamento de estudos de jazz da Escola de Música Eastman em Rochester, Nova York, e a Hein Van de Geyn, excelente músico holandês que era baixista de Baker na época.Dank, que tocou solos e acompanhamentos soberbos, disse que o bom desempenho teve a ver com a sensação de união da banda e com a confiança e conforto que Baker sentia com ela, em vez das sessões de ritmo usuais, de músicos desconhecidos locais.Assim, o resultado ficou a quilômetros de distância das sessões de gravação nas quais o produtor encomendava um disco, alguém escutava Sinatra e escrevia as letras para Chet cantar dez minutos depois. Ou uma gravação encomendada de dois lados de 50 minutos em que Baker olhava para o relógio e parava no meio do coro porque já estava em 103 minutos.Também é fato - e não há como fugir - que, durante as três semanas em que Baker excursionou pelo Japão, ele estava tomando metadona, por respeito às leis rigorosas do Japão contra narcóticos e a dificuldade de obter heroína.Eu assisti a uma parte do concerto em DVD com Van de Geyn em sua casa em um canal em Dordrecht, perto de Roterdã. Enquanto Baker tocava linhas longas e fluentes, e continuava sem parar, Van de Geyn sorria e abria os braços ao máximo.A música era imensa."O Japão foi algo completamente diferente", disse ele. "Estava corado. Ele de fato comia. Ele bebeu um pouco de conhaque. Estava falante. Estava na melhor forma que jamais o vi."Para Danko, Baker viu-se por uma vez tocando para pessoas que não estavam esperando secretamente que errasse. "Era algo fresco, que fluía sempre."Não havia julgamentos morais de assistentes sociais. Um músico lendário maravilhoso, na maior parte da vida miserável, se recompôs para um momento final não muito conhecido que está vivo e brilhante.Baker, é claro, era honesto consigo mesmo. No aeroporto antes de deixar Tóquio, segundo contam, Peter Hujits, gerente de estrada do quarteto, vibrava com a turnê e seus resultados. Chet respondeu-lhe que mal podia esperar "para voltar para Paris e ficar louco".Eu perguntei a Van de Geyn sobre isso. "Soa absolutamente verdadeiro", disse ele. Tradução: Deborah Weinberg
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Vovó Ondina
NO ÚLTIMO DIA 30 de agosto...
...Os Paralamas promoveram um evento muito especial: um show de despedida do apartamento da lendária Vovó Ondina, que vai ser vendido.
Vovó Ondina foi a maior incentivadora dos Paralamas em seus primeiros dias.
Como todo mundo sabe, era nesse apartamento em Copacabana, no fim da rua onde os pais do Herbert também moravam, que rolavam os ensaios no início da banda, nos fins de semana, sempre com a Vovó Ondina segurando a onda dos vizinhos incomodados com o barulho... Tocávamos num quarto de fundo do prédio, mas sem isolamento nenhum. Era um zoêira considerável. Na real, pobre de quem queria descansar no sábado e domingo de tarde... Ela conseguia dispensar até a polícia, que chegava depois das reclamações dos vizinhos. Quando os guardas viam aquela velhinha simpática dizendo que o som alto não incomodava a ela, ficavam sem a menor "moral" e os ensaios continuavam (obs: claro que antes das oito da noite, já tinha terminado tudo...). Até fins de 84, ensaiávamos lá neste quarto, depois que colocamos um praticável para a bateria e umas cortinas nas paredes para abafar o volume. Mesmo assim, só podíamos ensaiar até a hora do Jornal Nacional... Nas sextas, rolava um jantar de família, sempre lembrado pelas pizzas e sorvete... Bons tempos da junky food...
Por tudo isso, dá pra imaginar a carga de emoção que rolou neste "show de despedida", pois o ap da Vovó foi enfim "desativado" e vai ser vendido pela família, depois que ela nos deixou em 1999.
Foram convidados parentes e amigos mais chegados para o evento, reunindo uma platéia numerosa, compactada nas dependências do agora "famoso" ap...
Chegava a lembrar os ensaios de antigamente, só que desta vez, em grande estílo. Na ampla sala do ap, colocamos nossos instrumentos e tocamos por mais de 3 horas seguidas! Começamos às 7 e paramos às 10. A "seleta" platéia se emocionava a cada música, certas de estarem presenciando algo especial... Tocamos de tudo: "My Way" na versão do Sid Vicious, Clash, Police, Stray Cats, Led Zep, Who, Hendrix, Cream, Paralamas pré-cambriano ( Pingüins, Patrulha Noturna, Encruzilhada, Rodei de Novo), etc...
Para nossa surpresa, a vizinhança "anônima" - que incluia prédios vizinhos e do outro lado da rua, desta vez não reclamou. Muito pelo contrário: entre uma múscica e outra, os "anônimos" se "mostravam", batendo palmas, gritando e assoviando pedindo mais!
Anônimo também foi quem acabou chamando a polícia mais uma vez... Da janela da sala, convidados avisavam que uma viatura da polícia estava lá em baixo. Suspense! Afinal, desta vez Vovó Ondina não estava lá para nos acobertar... De qualquer forma, já era perto das 10 da noite e estavamos encerrando o showzinho, para desgosto da maioria da vizinhança que parecia estar adorando tudo e pedindo mais!
Num gesto de extrema consideração, colocamos a caixa de som do microfone do Herbert para fora da janela. Ele fez um pequeno e emocionante discurso, avisando do fim do "barulho", explicando o que estava acontecendo e agradecendo pela compreensão de todos. As palavras de Herbert ecoaram pelas ruas de Copacabana, subiram pelos prédios até chegar lá no céu, onde Vovó Ondina devia estar vibrando com o maior de todos os ensaios que já rolaram na sua casa... VALEU VOVÓ!!!!!!!
Quanto aos guardas, nos disseram que eles ficaram de voltar mais tarde, quando souberam que se tratavam d'Os Paralamas fazendo um showzinho...
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Cai mais um argumento Claudiano
"A transmissão do jogo Corinthians x Barueri (1 a 1) jamais será esquecida pela Rede Globo. E a lembrança será dolorosa, segundo os dados de ibope, antecipados nesta quinta-feira por Ooops!."
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não consegui enquadrar em nenhum
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Leave britney alone!!
Prometo que nunca mais falo da Britney Spears!! Juro!!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Em consulta recente ao Oráculo (Helião) sobre o nosso querido Ministro Nelson Jobim, surgiu a questão colateral colocada pelo colega Thiago:
- Helião, e o Roberto Justus diaga aí!
E então vieram as pérolas de sabedoria que só o Helião pode oferecer:
- Rapaz, perceba um coisa. Ele já casou umas 300 vezes e nunca firmou com mulher nenhuma. Sabe porque? Porque elas têm a mão pequena!! Pode ver: Adriane Galisteu, aquela anterior, a Eliana, a Ticiane Pinheiro... TODAS tem mão pequena!!! Digo pra você: Esse rapaz tem Propulsões Terráqueas*!!! Pra ele quietar só uma jogadora de Basquete com o dedão grosso, que nem a Marta do Basquete!!
E assim, ficamos mais uma vez facinados com sua sabedoria!!
* HAHAHAHAHAHAHA --> fio-terra
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Pareceres do Helião
TIPOS DE CONCURSEIROS
Abaixo, eu estudando!!!
Pois é meus queridos, atualmente eu me enontro estudando pra concurso. Tenho até me saído bem, porque o que me dá vontade de ver televisão, ir pra outro lugar, ver um filme no cinema nao está no gibi.
Mas.... nesse meu período de estudo tenho me deparado com vários tipos de concurseiros, dos amadores aos profissionais. Vamos então ver alguns
TIPOS DE CONCURSEIROS (Chatos)
- A espera de um milagre - A vida não pode parar nem mudar por causa de um concurso. Já estou fazendo o favor de ir nessa merda de cursinho 2 vezes por semana. Não vou abdicar da minha micarê, do meu barzinho, do meu fim de semana!! Será muita injustiça se eu não passar, mesmo com "todo esse esforço" (aspas minhas)
- Vou ver de qualé - Paga a inscrição achando que vai surgir uma força do infinito que vai fazê-lo estudar por conta disso. Espera até chegar a semana anterior ao concurso e ver que não foi dessa vez. Muitas vezes falta o concursos pra não se decepcionar consigo mesmo.
- Eu não mereço estar nesse mundo – A pessoa se deprecia tanto que já entra derrotada. Segundo ela, ela não é inteligente, não consegue estudar, não vai entender a matéria, acha que vai cair em todos os peguinhas, não vai conseguir, não merece viver, estudar é ruim, porque não nasci rico.... (ps: me irritei escrevendo esse aqui)
- O mundo é meu concorrente – Esse aí não ajuda ninguém, nem se caiu um lápis do colega de estudos. Faz perguntas ao professor no intervalo ou no final da aula (pois se perguntar na frente de todo mundo pode ajudar os concorrentes). Se sente feliz quando alguém falta aula (essa matéria de hoje ele vai errar), e adora quando vê que alguém entendeu algo errado (vai errar no concurso). Sente que o concurso é uma batalha contra o próximo. Certamente quando passar vai ser aquele otário que quer a chefia a qualquer preço.
- Estudar é para os fracos – Estuda escondido para sustentar a mentira de que não estuda pra concurso.
- Tudo no mundo é peguinha – Esse aí tem como esporte procurar cabelo em ovo. A afirmação 2 + 2 = 4 deve ter alguma coisa errada que ele não está vendo. Ele não se conforma quando uma questão é verdadeira, e questiona sempre, mesmo que saiba que depois da explicação não vai concordar porque com o vizinho dele aconteceu alguma coisa diferente. Sua frase preferida é “na vida real não acontece assim”.
Mas.... nesse meu período de estudo tenho me deparado com vários tipos de concurseiros, dos amadores aos profissionais. Vamos então ver alguns
TIPOS DE CONCURSEIROS (Chatos)
- A espera de um milagre - A vida não pode parar nem mudar por causa de um concurso. Já estou fazendo o favor de ir nessa merda de cursinho 2 vezes por semana. Não vou abdicar da minha micarê, do meu barzinho, do meu fim de semana!! Será muita injustiça se eu não passar, mesmo com "todo esse esforço" (aspas minhas)
- Vou ver de qualé - Paga a inscrição achando que vai surgir uma força do infinito que vai fazê-lo estudar por conta disso. Espera até chegar a semana anterior ao concurso e ver que não foi dessa vez. Muitas vezes falta o concursos pra não se decepcionar consigo mesmo.
- Eu não mereço estar nesse mundo – A pessoa se deprecia tanto que já entra derrotada. Segundo ela, ela não é inteligente, não consegue estudar, não vai entender a matéria, acha que vai cair em todos os peguinhas, não vai conseguir, não merece viver, estudar é ruim, porque não nasci rico.... (ps: me irritei escrevendo esse aqui)
- O mundo é meu concorrente – Esse aí não ajuda ninguém, nem se caiu um lápis do colega de estudos. Faz perguntas ao professor no intervalo ou no final da aula (pois se perguntar na frente de todo mundo pode ajudar os concorrentes). Se sente feliz quando alguém falta aula (essa matéria de hoje ele vai errar), e adora quando vê que alguém entendeu algo errado (vai errar no concurso). Sente que o concurso é uma batalha contra o próximo. Certamente quando passar vai ser aquele otário que quer a chefia a qualquer preço.
- Estudar é para os fracos – Estuda escondido para sustentar a mentira de que não estuda pra concurso.
- Tudo no mundo é peguinha – Esse aí tem como esporte procurar cabelo em ovo. A afirmação 2 + 2 = 4 deve ter alguma coisa errada que ele não está vendo. Ele não se conforma quando uma questão é verdadeira, e questiona sempre, mesmo que saiba que depois da explicação não vai concordar porque com o vizinho dele aconteceu alguma coisa diferente. Sua frase preferida é “na vida real não acontece assim”.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Pediu tocou!!!

Marcelo,
estava conversando com o Craudio e ele disse que a risadinha do Vanderlei Luxemburgo não deixa dúvida: o técnico do Palmeiras queima o donut.como o único jeito de ter certeza dessas coisas é com um parecer do Helião, lhe pedimos para que solicite ao Helião um parecer sobre o Luxa.obrigado,
Eduardo Palandi
capi ero alousca
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RESPOSTA DO MESTRE!!!
AO ANALISAR AS COLOCAÇÕES DO GRANDE CRAUDIO E A BRIGUINHA ENTRE LEÃO E LUXA, CHEGUEI A CONCLUSÃO QUE O LEÃO TEM PROPULSÃO A FIO TERRA E DISFARÇA NA TV DANDO UMA DE MACHÃO, QUANTO AO LUXA COM AQUELA LINGUINHA PRESA, COM AQUELE JEITINHO DELICADO DE SE COLOCAR EM SUAS ENTREVISTAS, SEM CONTAR AS ROUPAS POUCO ADEQUADAS PARA TÉCNICO DE FUTEBOL, NÃO PASSA DE UM GRANDEADEPTO DO BEIJO GREGO.
Esse é o veredito do Mestre
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Pareceres do Helião
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Tragédia Anunciada
"Fã" de batata frita morre de cirrose aos 20 anos
Ansa, em Londres
Ansa, em Londres
Um rapaz que só comia batatas fritas, torradas com manteiga e, ocasionalmente, feijão em lata morreu de desnutrição aos 20 anos. Por causa de sua dieta, ele teve uma cirrose hepática, hepatite auto-imune --doença em que o sistema imunológico ataca as células do fígado-- e o seu sangue se tornou tão fluido que corria perigo constante de hemorragias. Scott Martin, o rapaz que por anos nunca variou a sua dieta, começou a passar mal há um ano, quando os médicos lhe diagnosticaram a cirrose. Eles lhe disseram que só um transplante de fígado poderia salvar sua vida. Apavorado com a idéia desta cirurgia, Scott decidiu seguir um tratamento com remédios, mas continuou comendo como de costume. Nos últimos seis meses ele estava tão fraco que precisou de uma cadeira de rodas. Quando teve que extrair três dentes, os médicos o alertaram de que corria o risco de morrer de hemorragia e que só lhe restava escolher entre correr este risco ou morrer por infecção. O rapaz extraiu os dentes, mas os médicos não conseguiram estancar a hemorragia que, lentamente, o matou. "Ele só comia algumas coisas. As batatinhas fritas do McDonald's eram suas favoritas. Comia pão torrado, mas apenas pão branco com uma camada de manteiga salgada e, de vez em quando, feijão em lata. Ele foi assim desde criança: era impossível achar algo de que ele gostasse", disse sua irmã.
Achou que é caô? Então confere!!
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poderia ser melhor
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
O cheiro é o de menos!!
Mulher com flatulência obriga avião a fazer pouso forçado nos EUA
da Efe, em Washington
Uma passageira que sofreu um ataque de flatulência obrigou um avião da American Airlines a fazer um pouso de emergência no aeroporto de Nashville (Tennessee) nesta quarta-feira.
Vários passageiros da aeronave --que voava de Washington para Dallas (Texas)-- começaram a sentir cheiro de fósforos queimados.
Por causa disso, o alarme do avião tocou e o piloto decidiu pousar em Nashville.
O FBI (polícia federal americana) e a Administração de Segurança dos Transportes foram acionados para o que se considerava uma situação de emergência.
Os 99 passageiros e os cinco membros da tripulação foram retirados do avião, assim como toda a bagagem, para que fosse feita uma inspeção.
Os cachorros da polícia detectaram os fósforos queimados dentro do aparelho.
O FBI interrogou uma passageira que admitiu ter acendido os fósforos para ocultar o odor de suas flatulências, e que disse ter problemas médicos.
O aviao decolou de novo, mas deixou a passageira em terra.
A American Airlines proibiu a passageira de voltar a voar pela companhia aérea.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Que medo extremamente muitíssimo grande!!!
Gente do Céu, o buraco não tem fundo. Consegui achar uma menina mais assustadora do que a menina pastora louca!!! Essa aí é mais assustadora porque as bizarrices não são meras repetições de clichês, e sim feitas ali na hora.
Durma-se com um barulho desses!!!
Durma-se com um barulho desses!!!
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