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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mestre Telê: 80 anos - vários de saudade!

Obrigatório para os fãs de futebol o post do blog do Birner. Segue trecho e link adiante:

Repito: Telê amou o futebol como quase ninguém.
Antigamente, nas escolas e universidades, os alunos chamavam seus professores de mestres.
Por isso o apelido dado a Tele foi perfeito.
Cafu, ótimo exemplo

Entre dezenas de exemplos, destaco Cafu.
Ganhou brasileirões por São Paulo e Palmeiras, 2 mundiais e Libertadores pelo time do Morumbi, 1 scudetto na Roma, outro no Milan, a Uefa Champions League e o mundial de clubes pelos Rossoneri, entre outras várias conquistas, além de ter levantado a taça do pentacampeonato mundial com a seleção, onde mantém o recorde de jogos com a camisa verde e amarela.
Se os caminhos de Telê e Cafu não tivessem se cruzado no início da carreira do lateral, ouso dizer que o atleta passaria pelo futebol sem destaque e títulos.

leia o post completo aqui!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Como nasce a ressaca!



Texto recebido por email e com autoria alegada ao "Bar do Zé"

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja.
A terceira e assim por diante.
O teu estomago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "caracas véi... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distinguem q tipo de liquido está sendo ingerido, ele sabe apenas q "é líquido".
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caracas, o cara tá maluco!!!" E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o máximo de sangue q tu puder, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamos botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora-extra e filtra muito sangue e enche rápido. Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CEREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véi, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso q as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais "bunitim".
Chega uma hora q você tá com o teor alcoólico tão alto q teu CEREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia... dorme... capota... resumindo: essa é a hora q o teu não tem dono!
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem q tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora". O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece às ordens direitinhas e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CEREBRO é constituído de 75% de água, ele é o q mais sofre com essa "ordem" e daí vem as terríveis dores de cabeça da ressaca.
Então, sei q na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d’água, porque na medida em que você mija, já repõe a água.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Como tirar o som de vuvuzelas!

Dica da Superinteressante:

Não aguenta mais ouvir as cornetas africanas? Tem solução. Entre no menu de configuração de áudio da sua televisão, vá até o equalizador gráfico (muitas das TVs fabricadas nos últimos 3 anos têm esse recurso) e abaixe completamente a frequência de 300 Hz. Isso ajudará a cancelar os sons da vuvuzela – cuja frequência é de 235 Hz. Esse ajuste deverá resolver o zumbido, ou pelo menos reduzi-lo um pouco. Bom jogo and save the Galvão birds!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Mulher com problema!!



Escrito antigo do Jardel Seba, que resgatei do blog antigo!!

Mulheres & Problemas

Uma tira histórica dos Skrotinhos, do Angeli. Os dois personagens entravam no bar e chegavam junto de uma morenaça encostada no balcão: "E aí, gatinha, vai rolar?" No que a moça respondia, com o semblante meio fechado: "Sei lá, cara, eu estou com um problema... eu estou super com problema!" Um virava para o outro e dizia: "Vamos embora, eu odeio mulher com problema!"

A mulher com problema é uma conhecida instituição social. Problema todo mundo tem. Mas a mulher com problema é alguém que transcende a esse fato. Um ser atormentado por natureza, sempre sob tensão, com a nuvem negra acima dos ombros. É aquela que aproveita qualquer situação para fazer um tratado filosófico a respeito de algo que a atormenta no universo. Ela leva tudo a sério demais, inclusive a si própria. Há sempre algo maior, mais importante, a vida nunca pode ser simples. É aquela que tem sempre uma questão a dissecar, uma missão a concretizar, um papo meio cabeça para engatar nas piores horas. A que, quando tropeça, teoriza que o mundo conspira contra ela pelo fato de ser mulher, independente e bem resolvida, e que a sociedade machista e hipócrita é responsável pela pedra solta no chão. É aquela para quem você diz "adorei o filme" e ela responde "não, cara, essas megaproduções hollywoodianas trazem à tona uma falsa realidade, uma coisa alienante". Para quem você diz "o almoço estava bom" e ela diz "o homem vê a mulher como uma mera cozinheira por uma questão cultural que atravessa séculos...". Para quem você diz "e aí, tá rolando?" e ela responde "a questão não é essa, meu corpo precisa ser entendido como uma extensão da minha alma...". Não adianta; haja o que houver, ela tem um problema. A mulher com problema sofre de uma incurável falta de senso de humor, acima de tudo.

Há muito tempo, quando eu era adolescente, as mulheres com problema, todas, sonhavam em ser atriz. Era a maldição da Maria Mariana: bastava alguém chegar perto para a mocinha no Baixo Gávea afirmar: "Eu sou atriz", "Estou ensaiando uma peça", "Faço um trabalho de expressão corporal". A MM passou, o trauma não; até hoje sinto um certo pânico ao perguntar para uma moça o que ela faz da vida.

Fato é que, de alguns anos para cá, as mulheres com problema deixaram o curso do Teatro Tablado e invadiram a música pop. Basta olhar em volta. Para ser uma cantora bem sucedida, não basta que a moça cante bem, seja bonitinha, trabalhe com bons arranjos, toque algum instrumento, tenha carisma; ela precisa ser uma mulher com problema. A Alanis Morissete talvez seja um exemplo óbvio demais, quase caricato, mas que funciona: a moça é apresentável, canta razoavelmente, tem a mínima noção do que está fazendo, mas nada disso importa muito, no fim das contas. Se ela mudar de banda, ninguém nota. Se ela cantar num tom mais grave, talvez só os fãs mais dedicados se incomodem. Se adotar uma postura mais enérgica no palco, pouca diferença fará. Mas se ela parar de resmungar contra ex-namorados, você a reconhece? Se o mundo subitamente passar a ser bom com ela, é ela ainda? Este não é um caso isolado. O lado feminino da música pop virou uma grande Vila Madalena: ora elas divagam sobre o mundo que conspira contra elas, ora elas resmungam contra os homens – aquele jeitão meio Marie Claire de ser.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Lúcio: uma lição!

Lindo esse texto do André Kfouri, de longe o meu jornalista esportivo favorito!


A OUTRA TAÇA DE LUCIO

Às vezes, as cenas mais bonitas de uma decisão acontecem depois que ela terminou. São vistas por poucos sortudos, os que estavam no lugar certo e no momento preciso, premiados pelo acaso com imagens que não se apagam. Aconteceu no sábado, em Madri.

A final da Liga dos Campeões da Uefa já era parte da história. A festa dos torcedores da Internazionale de Milão, 45 anos depois da última conquista da Europa, enchia o Santiago Bernabéu do tipo de emoção que só o futebol proporciona.

A região perto das traves defendidas pelo alemão Butt no segundo tempo, onde “o príncipe” Diego Milito marcou seu fantástico segundo gol, era o epicentro da comemoração. Ali estavam concentrados mais de 20 mil italianos, ensandecidos pela realidade tão sensacional que parecia ficção. Por ali, o capitão Javier Zanetti passou chorando como criança, com os braços estendidos, querendo envolver um setor inteiro do estádio. Por ali, Samuel Eto’o, carregando a bola do jogo e “vestido” com a bandeira de Camarões, distribuiu beijos e sorrisos que eram a síntese da felicidade genuína. Por ali, o técnico José Mourinho passeou com a “orelhuda” em uma das mãos, balançando a outra num emocionado adeus.

A poucos metros, Julio César abraçou as dezenas de amigos que saíram do Rio de Janeiro para vê-lo encerrar a temporada com pelo menos uma defesa tão importante quanto um gol. E Maicon, bandeira brasileira amarrada na cintura, andou de um lado para o outro, sem destino, sem tocar o chão.

Mais de uma hora depois do fim do jogo, aquele pedaço de grama já estava vazio. Assim como o palco armado para a entrega da taça, onde os jogadores da Inter formaram um corredor para os do Bayern passarem. E os vencedores aplaudiram os vencidos. Onde Louis Van Gaal, o técnico responsável pelo fim da carreira de Lucio no clube alemão, cumprimentou o zagueiro brasileiro com um abraço.

Mais de uma hora depois do fim, não havia mais nenhum jogador no campo. Ou melhor, havia um: Lucio. Ainda de uniforme, ele caminhava com os filhos pelo gramado. De repente, ouve-se a torcida do Bayern. O ídolo de quatro temporadas, adversário naquela noite, se aproximava lentamente. Ele carregava uma de suas filhas no colo, ela também usava a camisa da Inter.

Os torcedores que estavam mais próximos do campo apontavam, gesticulavam. Aquele era o primeiro encontro entre Lucio e os bávaros desde que o Bayern decidiu que o brasileiro não estava nos planos, há um ano. Mistura de sentimentos de ambas as partes.

Um cachecol vermelho e branco voou das cadeiras e caiu na grama. Lucio o pegou, o enrolou no pescoço da garotinha em seus braços, e um urro gutural ecoou no Bernabéu.

Lindo. Sorte de quem viu.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Brasil na Copa



Vi rodando na NET e gostei!!

Na Copa de 2010

1. Galvão Bueno, durante a narração dos jogos da seleção brasileira, vai dizer que a olimpíada ééééééééeé do Brrrrrraaaaaaaasiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuu…..

De 2010 a 2015

1. ONGs vão pipocar dizendo que apóiam o esporte, tiram crianças das ruas e as afastam das drogas. Após a olímpíada, estas ONGs desaparecerão e serão investigadas por desvio de dinheiro público. Ninguém será preso ou indiciado.

2. Um grupo de funk vai fazer sucesso com uma música (?) que diz: "vou pegar na tua tocha e você põe na minha pira", sendo que, até então, eles nunca souberam o que era uma pira
3. Um ano antes a Globo vai instalar aqueles relógios ridículos
na orla de Copacabana e em outras capitais fazendo a contagem regressiva para o início dos jogos.

4. Uma escola de samba vai homenagear os jogos, rimando “barão de coubertin” com “Sol da manhã”. Gilberto Gil virá no último carro alegórico, vestido de lantejoulas douradas e representando o “espírito olímpico do carioca visitando a corte do Olimpo num dia de Sol ao raiar do fogo da vitoria”.

5. Haverá um concurso para nomear a mascote dos jogos, que será um desenho misturando um índio, o Sol do Rio, o Pão de Açúcar e o carnaval, criado por Hans Donner. Os finalistas serão nomes tais como: “Zé do Olimpo”, “Chico Tochinha” e “Kaíque Maratoninha”.

6. Luciano Huck vai eleger a Musa dos jogos, concurso que durará um ano e elegerá uma modelo chamada Kathy Mileine Suellen da Silva.

7. Milhões de produtos serão anunciados como oficiais dos jogos, desde as habituais camisetas EU VOU RIO 2016 até calcinhas e, lógico, biquínis que, de tão pequenos, terão apenas 2 dos 5 anéis olímpicos.

Abertura dos jogos

1. A tocha olímpica será roubada ao passar pela baixada fluminense. O COB vai encomendar outra com urgência ao carnavalesco da Beija flor.

2. Zeca Pagodinho, Dudu Nobre e a bateria da Mangueira farão um show na Praia de Copacabana para comemorar a chegada do fogo olímpico ao Rio. Por motivo de segurança, Zeca Pagodinho será impedido de ficar a menos de 500 metros da tocha.

3. Durante o percurso da tocha, OS brasileiros vão invadir a rua e correr ao lado do atleta que a porta, carregando cartolinas cor de Rosa onde se lê "GALVAO FILMA NÓIS", "100% FAVELA DO RATO MOLHADO".

4. Pelé vai errar o Nome do presidente do COI, discursar em inglês macarrônico elogiando o povo carioca e, ao final, vai tropeçar no carpete que foi colado 15 minutos antes do início da cerimônia.

5. Cláudia Leite e Ivete Sangalo vão cantar o “Hino das Olimpíadas” composto por Latino e MC Medalha. As duas vão duelar durante a música para ver quem aparece mais na TV.

6. Durante o Hino Nacional Brasileiro, a platéia vai errar a letra, chorar como se entendesse o que está cantando e aplaudir no final como se fosse um gol.

7. Uma brasileira vai ser filmada várias vêzes com um top amarelo, um shortinho verde e a bandeira do Brasil pintada na bochecha. Depois dos jogos, ela posará pra Playboy sem o top e sem o shortinho mas com a bandeira pintada em outras partes do corpo que também começam com a letra B.

8. Por falta de gás na última hora, já que a cerimônia só foi ensaiada, pela primeira vez, durante a madrugada, a pira não vai funcionar. Zeca Pagodinho será o substituto temporário já que a Brahma é um dos patrocinadores. Em entrevista ao Fantástico ele dirá que não se lembra direito do fato.

9. 74 passistas de fio-dental vão iniciar a cerimônia, mostrando ao Mundo o legado cultural do Rio: a bala perdida, o trafico, o funk e a favela.

10. Durante os jogos de tênis, a platéia brasileira vai vaiar os jogadores argentinos obrigando o árbitro a pedir silencio 774 vezes. Como ele pedirá em inglês ninguém vai entender e vai continuar vaiando. Galvão Bueno vai dizer que vaiar é bom, mas vaiar os argentinos é melhor ainda. Oscar concordará e depois pedirá desculpas chorando no programa do Gugu.

11. Um simpático cachorro vira-lata furará o esquema de segurança invadindo o desfile da delegação jamaicana. Será carregado por um dos atletas e permanecerá no gramado do Maracanã durante toda cerimônia. Será motivo de 200 reportagens, apelidado de Marley e será adotado por uma modelo emergente que ficará com dó do pobre animalzinho e dirá que ele é gente como a gente.

12. Adriane Galisteu posará para capa de CARAS ao lado do grande amor da sua vida, um executivo do COB, claro.

13. Os pombos soltos durante a cerimônia serão alvejados por tiros disparados de uma favela próxima e vendidos assados na saída do Maracanã por “dois real”.

Durante os jogos

1. Caetano Veloso dará entrevista dizendo que o Rio é lindo, a cerimônia de abertura foi linda e que aquele negão da camiseta 74 da seleção americana de basquete é lindo. Ou não.

2. Uma modelo-manequim-piranha-atriz-exBBB vai engravidar de um jogador de hóquei americano. Sua mãe vai dar entrevista na Luciana Gimenez dizendo que sua filha era virgem até ontem, apesar de ter namorado 74 homens nos últimos seis meses e que o atleta americano a seduziu com falsas promessas de vida nos EUA. Após o nascimento do bebê, ela posará nua e terá um programa de fofocas numa rede de TV de menor expressão.

3. No primeiro dia, os EUA, a China e o Canadá já somarão 74 medalhas de ouro, 82 de prata e 4 de bronze. Os jornalistas brasileiros vão dizer, a cada segundo, que o Brasil é esperança de medalha em 200 modalidades e certeza de medalha em outras 74.

4. Faltando 3 dias para o fim dos jogos, o Brasil terá 3 medalhas de bronze e 1 de ouro, ganha por atletas até então desconhecidos, num esporte tipo “caiaque em dupla”. Eles vão ser idolatrados por 15 minutos (somando todas as emissoras abertas e a cabo) como exemplos de força e determinação, a Hebe vai dizer que eles são “uma gracinha” ao posar mordendo a medalha e nunca mais se ouvirá os nomes dos atletas.

5. A seleção brasileira de futebol comanda por Ronaldo Fenômeno, tendo Obina como assessor, vai chegar como favorita. Passará fácil pela primeira fase e entrará de salto alto na fase final, perdendo pra seleção de Sumatra por humilhantes 3X0 e tendo que disputar a medalha de bronze com um país centro-americano. Vencerá por 1X0 e não comparecerá à cerimônia de entrega das medalhas porque os jogadores, inexplicavelmente, tinham compromisso em seus clubes europeus.

6. A seleção americana de vôlei visitará uma escola patrocinada pelo Criança Esperança. Nenhuma criança vai entender nada do que eles falarão mas vão rir pra valer ao aparecer na TV. Três meninos vão ganhar uma bola e um uniforme completo dos jogadores e serão encontrados mortos na semana seguinte. Os uniformes nunca mais serão vistos.

7. Os traficantes da Rocinha vão roubar aquele pó branco que os ginastas passam na mão. Um atleta cubano será encontrado morto numa boate do Baixo Leblon depois de cheirá-lo. O COB, a fim de não atrasar as competições de ginástica, vai substituir o tal pó pelo cimento que estará estocado nos fundos do ginásio, visto que as obras ainda não terão terminado, fato que será usado como desculpa pela eliminação dos ginastas brasileiros.

8. Um atleta brasileiro, nunca visto antes, terminará em 74º lugar na sua modalidade e roubará a cena ao levantar a camiseta mostrando outra onde se lê : JARDIM MATILDE NA VEIA

9. Vários atletas brasileiros, apontados como promessa de medalha, serão eliminados logo no inicio da competição. Suas provas serão reprisadas em slow motion e 400 horas de programas de debate esportivo vão analisar os motivos das suas falhas.

10. Todos os brasileiros entenderão todas as regras de todas as modalidades que eles nunca nem ouviram falar mas saberão, na ponta da língua, na hora de xingar o atleta que foi eliminado.

Após os jogos

1. Um boxeador brasileiro negro de 1,85m estrelará um filme pornô pra pagar as despesas que teve para estar nos jogos e não obteve patrocínio.

2. Faustão entrevistará os atletas brasileiros que não ganharam medalhas (ou seja, todos). Não os deixará pronunciar uma palavra sequer mas dirá que esses caras são exemplos no profissional tanto quanto no pessoal, amigos dos amigos, etc

sábado, 12 de setembro de 2009

Etiqueta: como obrar na casa alheia.

Recebido por e-mail:

1 – Não cague – Ok. O guia parte do pressuposto que você vai cagar na casa dela. Mas, antes de cagar, avalie a possibilidade de não fazê-lo. Quando sentir a pontada, raciocine. “Posso segurar? É desesperador?” Nessa hora, é fundamental saber se essa segurada não se transformará em uma fábrica de flatulências. Se isso ocorrer, opte por cagar.

2 – Não cague em banheiro muito freqüentado
– Se você tem de cagar, escolha aquele lavabo que fica na sala onde ninguém visita. Ou vá ao banheiro da empregada (isso, claro, se a empregada não estiver presente). Ou vá à suíte do quarto de hóspedes. Algo do tipo. Evite a todo custo o banheiro do corredor ou aquele ao lado da sala de televisão. É caixão. Você vai lá, todo feliz, despeja seus detritos no vaso, lava as mãos e, quando sai, vê sua sogra indo direto no banheiro para lavar a mão antes do almoço! Ou o sogro! Ninguém merece.

3 – O trono – Examine a privada da casa da sua namorada. Antes de cagar, dê descarga para ver se ela está funcionando. Nunca, em hipótese alguma, inicie os trabalhos sem dar descarga e testar a potência dela. Caso contrário, se a privada estiver entupida, você terá três caminhos a seguir, todos desgraçadamente ruins: 1) Deixar a bosta boiando ali e correr o risco do seu sogro entrar em seguida e, para todo o e sempre, considerá-lo um sujeito decrepto por deixar a bengala a boiar; 2) Tentar dar descarga, a água transbordar e você ficar ali, vendo a água da privada inundar o banheiro com resquícios de suas fezes. Um caos completo, com direito a deixar a mãe dela limpando aquela bosta toda; 3) Ser obrigado a pegar um saco plástico, enfiar a bosta dentro e sair – com o saco plástico pingando água da privada no chão – até conseguir chegar ao banheiro mais próximo. Em resume: teste a merda da privada!

4 – O fedor – Tenha cuidado com o mau cheiro. Alguns machos são mestres em cagadas fedorentíssimas. Use a inteligência. Ao despejar a merda no vaso, dê descarga imediatamente. O raciocínio é simples: quanto mais ela ficar boiando por ali, mais cheiro ruim vai exalar. O ideal seria cagar com a descarga funcionando, mas molha a bunda. Quando estiver no trono, olhe em volta. Abra os armários e as gavetas. Se achar um perfume, dê umas borrifadas no vaso e no banheiro antes de sair do recinto. É uma boa forma de matar as moléculas de merda que estão voando pelo ar. Se tiver “Bom Ar”, não exagere. Você não vai querer sair do banheiro cheirando bom ar. Ah, e sempre, sempre, sempre feche a porta.

5 – O papel – Nunca, mas nunca mesmo, comece os trabalhos sem verificar se há papel higiênico no recinto. Toda a sua estratégia escorre pela privada se você tiver de abrir a porta e gritar: “Amoooooooor! Acabou o papel!”. Nobody deserves!

6 – Thanks for sharing – Os americanos têm uma expressão de fabulosa ironia que é o “thanks for sharing”. Usa-se essa expressão toda vez que alguém lhe conta algo que você realmente não precisava saber. Isso serve para quando o homem termina de cagar na casa da namorada. Você, idiota, não precisa contar pra ela. Você não está entre amigos, onde você sai do banheiro e diz “tô até mais leve” ou “nossa, essa cagada foi masculina”. Ela não precisa saber. Aliás, ninguém precisa saber. Contenha sua vocação pra idiota e silencie sobre o que você fez no banheiro.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Números não mentem - mas as pessoas sim!!!



Os números têm o dom de intimidar as pessoas. Se alguém disser, por exemplo, que a maioria das mulheres casadas é infiel, haverá à mesma mesa quem o conteste imediatamente.

Mas, se a afirmação for que 57,8 por cento das mulheres casadas são infiéis, a respeitabilidade da informação é rapidamente estabelecida, embora, é claro, tanto uma assertiva quanto a outra possam não passar, como no caso, de chutes sem o menor respaldo na realidade. Dizem que um matemático uma vez confrontou Diderot, o enciclopedista, que era ateu, com a sentença "a + b = x, logo Deus existe". Diderot teria embatucado, vencido pelo aparente rigor científico da afirmativa, que, naturalmente, quer dizer apenas que a soma de dois números determinados é igual a um terceiro e é preciso ser bastante panteísta para acreditar que Deus está envolvido no assunto.
Além disso, fomos acostumados a ouvir e repetir que os números não mentem. Mentiriam, neste caso, as palavras, enquanto os números, com toda a exatidão que sugerem, seriam sempre confiáveis. Mas é óbvio que nem números nem palavras mentem.
Quem mente são as pessoas que usam esses números e palavras. E mentem com tamanha desfaçatez que trazem uma péssima reputação à pobre ciência estatística, que já foi e continua vítima de toda sorte de vilipêndio, tais como o que a descreve como a arte de mentir com precisão ou aquela que leva um sujeito a afogarse num rio com a média de 50 centímetros de profundidade. Não é bem assim, mas às vezes parece ser.

No dia a dia das notícias, as estatísticas nos perseguem, até porque, jogadas a torto e a direito, entram em frequente contradição umas com as outras, ou, o que é ainda mais aflitivo, com a realidade que defrontamos.

Estarão mentindo, ou o que vemos e ouvimos não passa de uma impressão paranoica? Que estarão querendo dizer com "o brasileiro médio", "a dona de casa de classe média" ou "os ricos" ou qualquer outra das centenas de categorias em que nos dividem o tempo todo? Bem, não vou dar aula de estatística aqui, até porque me falta qualificação e o que sei dela já lá se vai em aulas longínquas, nunca mais rememoradas.

Mas encontrei, esquecidas num dos socavões do computador, algumas notas que tomei para mostrar o uso sem-vergonha das estatísticas, que nos pega todo santo dia.

Não sei de onde tirei originalmente essas notas e, se são trabalho alheio, me apresso em agradecer, embora não saiba a quem. O objeto escolhido para a "pesquisa" é o pão e o objetivo é provar que ele faz mal. Os percentuais citados não são reais nem têm importância. É com truques como esses que nos empulham e aterrorizam todo santo dia. Aí estão os resultados "estatísticos" para a pesquisa sobre o pão. Os números não mentem.


1. 100% dos consumidores de pão acabam mortos.

2. 98,3% dos presidiários que cumprem pena por crimes violentos são usuários de pão.

3. 85,2% de todos os alunos do ensino médio que obtêm resultados insatisfatórios nas provas consomem pão diariamente.

4. No século XVIII, quando todo o pão era preparado nas próprias residências dos consumidores, a expectativa de vida média era de menos de 50 anos. As taxas de mortalidade infantil eram absurdamente elevadas, muitas mulheres morriam de parto e doenças tais como as febres tifoide e amarela dizimavam cidades inteiras.

5. 92,7% dos crimes violentos são cometidos dentro de 24 horas depois da ingestão de pão.

6. O pão é feito basicamente de farinha de trigo. Está provado que menos de 500 gramas de farinha de trigo são suficientes para sufocar um rato. O indivíduo médio, que consome dois pães de cinquenta gramas por dia, terá ingerido, no fim do mês, farinha suficiente para ter matar seis ratos.

7. Sociedades tribais primitivas que não fazem uso do pão apresentam baixa incidência de câncer, do Mal de Alzheimer, de Parkinson e de osteoporose.

8. Está provado estatística e cientificamente que o uso do pão causa dependência física e mental. Pesquisa feita em voluntários revelou que 99,8% daqueles que foram submetidos a uma dieta forçada, somente à base de água, imploraram por pão, em três dias ou menos.

9. O pão é um alimento frequentemente utilizado em conjunto com outros alimentos pesados e prejudiciais à saúde, tais como a manteiga, queijo, geleia e embutidos, todos ricos em gorduras e colesterol.

10. Testes científicos comprovaram que o pão absorve a água. Partindo da premissa de que mais de dois terços do corpo humano são água, todo aquele que ingere pão corre o risco de sofrer desidratação grave.

11. O pão é assado em fornos cujas temperaturas são mantidas acima de 200º Celsius. Essa temperatura pode matar um ser humano adulto em menos de um minuto.

12. 58% dos indivíduos que consomem pão são totalmente incapazes de distinguir entre fatos científicos comprovadamente significativos e baboseiras pseudoestatísticas sem sentido e manipuladas, como esta.

Claro nós não estamos nesses 58% (ou 58,4 ou 46,9), nós somos prevenidos contra esse tipo de coisa. É verdade. E assim me despeço, congratulandome com todos vocês, pois 97,6% dos que leram esta coluna no domingo passado se mantiveram a semana inteira com a saúde estável e sem problemas no trabalho.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Simon toma uma pedrada de Bueno!!



Texto retirado do blog do juca, cujo link é sócio-fundador deste humilde blog:

O apito pela culatra de Simon


Em seu livro "Grêmio: Nada pode ser maior", o escritor Eduardo Bueno, o Peninha, escreveu, no tom jocoso que caracteriza quase todo o livro, que tem até uma homenagem aos brucutus, em sua primeira linha, que "Futebol-arte, todo mundo sabe, é coisa de veado".
Escreveu, também, que o assoprador de apito Carlos Eugênio Simon fazia parte da "infame estirpe dos juízes que surrupiaram o Grêmio".
Por isso foi processado. E perdeu.
O que o levou a distribuir o texto abaixo:

Por EDUARDO "PENINHA" BUENO

Depois de quase dois anos de trâmites, o processo que o apitador Carlos Simon moveu contra mim encerrou-se, em primeira instância, nessa última "quinta-feira santa".
Fomos, a editora Ediouro, que publicou o livro "Grêmio: Nada pode ser maior", de minha autoria, e eu próprio, condenados a pagar cerca de R$ 15 mil ao referido apitador.
Não sei ainda qual a opinião da editora, mas estou enviando esse email para revelar, de público, que, embora ainda caiba recurso, faço questão de "desembolsar" a supracitada quantia, já que considero quase um galhardão, um prêmio, um presente ser processado por alguém da estatura e do currículo de Carlos Simon.
Por vários motivos:
1) Porque tenho a esperança de que o referido profissional use o dinheiro para fazer cursinhos de atualização em arbitragem, de forma que passe a errar menos, em especial contra o Grêmio;
2) Porque me inspirou para escrever o livro "Os erros de Carlos Simon", que será lançado em breve, com a disposição altruísta de que a rememoração do extenso rol de suas falhas o leve aprimorar-se em sua profissão e não marcar mais impedimento em cobrança de lateral;
3) Porque descobri que Ricardo Teixeira e a Comissão de Arbitragem da CBF– que eu desconhecia serem letrados – leram (oh, espanto!) meu livro "Grêmio: Nada pode ser maior".
Como costumo tratar bem meus leitores, vou enviar-lhes um exemplar da nova obra . Enviarei um também para a Confederação de Futebol de Gana, onde Simon é muito admirado;
4) Porque o caso me inspirou a criar um site, errosdesimon.com. aberto à atualizações do público em geral, já que o livro não conseguirá acompanhar a rapidez com que o panorama se modifica;
5) Porque vou reescrever o livro "Grêmio: Nada pode ser maior", extraindo a frase capada pela justiça e, no lugar dela, acrescentar um apêndice com todos os erros do supracitado árbitro contra o Grêmio – sempre na tentativa de que ele se aprimore.
O livro já vendeu 23 mil exemplares, mas sei que a torcida do Grêmio comprará muito mais da nova edição,
6) Porque disposto a ajudá-lo a se aprimorar também na profissão de jornalista – que diz exercer, embora eu nunca tenha lido nem mesmo a frase "Ivo viu a uva" escrita por ele -, venho lançar de público um desafio: ele escreve um livro e eu apito um Grenal e veremos quem erra menos.
(Desde criança, meu sonho sempre foi apitar um Grenal...).
Se o desafio for considerado despropositado, sugiro então um debate público sobre o tema: "O que leva uma criança a decidir ser juiz de futebol?"
Ou então sobre a inquietante questão "Quem somos, de onde viemos e para onde vamos".
7) Por fim, porque tal processo com certeza unirá nossas trajetórias profissionais por um bom tempo e haverá de servir de estímulo para nos aprimorarmos mutuamente no exercício de nossas atividades – levando ainda mais longe o nome do nosso amado Rio Grande.
E, se, porventura, as obras que pretendo escrever sobre o referido árbitro – sempre, repito, no intuito de aprimorá-lo no exercício de sua dura faina – vierem, por algum motivo, a ser censuradas, os processos daí decorrentes certamente irão deflagrar estimulante debate sobre os limites da liberdade de expressão e de opinião.
Tenho certeza de que esse será um tema instigante, cujo desenrolar haverá de colaborar para amadurecimento da nação.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Atiçando a curiosidade

Vou tentar fazer algo que sempre gostei: atiçar as pessoas para que visitem os sites que eu frequento.



Sendo assim, esse é começo de um artigo bem interessante que li no der spigel. Se quiser continuar é só clicar no link abaixo.

"O enxadrista profissional Vassily Ivanchuk, nascido em Berezhany, na Ucrânia em 1969, é considerado grande mestre há vinte anos e está atualmente em terceiro lugar no ranking mundial. O homem de cabelos pretos e olhar sedutor é conhecido como "grande Chucky" por seus colegas. Por quê? Porque depois de perder um jogo, ele vai para a floresta à noite e uiva para a Lua para expulsar seus demônios. Porque ele anda de short a temperaturas geladas. Porque ele gosta de se sentar em quartos escuros. Porque ele costuma olhar para o teto em vez do tabuleiro durante os jogos de xadrez. Porque ele tenta dobrar o cheque ampliado que é entregue ao vencedor depois de um torneio para que caiba no bolso. E porque, como diz o campeão mundial Visvanathan Anand, ele vive no "planeta Ivanchuk"."


Quer continuar a ler? Clique aqui!!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Texto definitivo contra a legalização!

(Acima: Ativista pró-legalização comemorando a liberação de drogas em Portugal)


Reinaldo Azevedo como sempre me surpreende positivamente. Mais um tratado sobre a legalização de drogas, que apenas demonstra o quão temerária seria a descriminalização. Leia mais do mestre aqui.

LIBERDADE INDIVIDUAL, MORAL E ÉTICA
A bebida alcoólica, que é legal, já é um flagelo no país, como sabe qualquer profissional que trabalha com saúde ou segurança públicas. Boa parte dos 50 mil homicídios por ano no país tem na raiz o chamado “motivo fútil” — quase sempre relacionado ao consumo de bebida. O índice de assassinatos na cidade de Diadema, em São Paulo, caiu muito depois que se determinou o fechamento dos bares às 22h. É matéria de fato, não de gosto. Não por acaso, e com acerto, há limites para a propaganda de bebida alcoólica, embora ainda indevidamente associada a situações de realização pessoal. Para vender um iogurte, tenta-se provar que ele faz bem à saúde, que melhora o funcionamento do intestino, que fornece vitaminas sem engordar etc. Para vender cerveja, promete-se apenas felicidade — afinal, o máximo de propriedades benfazejas para a saúde seria o seu valor diurético, que é omitido...

Não estou flertando, nem de longe, com a proibição do álcool. Seria o mesmo que reforçar o poder do narcotráfico com uma mercadoria nova: não eliminaríamos os problemas existentes e ainda criaríamos outros. No mundo inteiro, exceção feita a países em que a religião exerce um papel que as democracias consideram inaceitável, a substância é liberada. Com as drogas, dá-se o contrário: a esmagadora maioria dos países procura bani-las. A palavra de ordem é repressão, não liberação. E que se note: essa costuma ser a vontade expressa pela esmagadora maioria das respectivas populações.

“Ah, Reinaldo, conhecemos como é reprimir, mas não conhecemos como é liberar”. Lamento dizer que conhecemos, sim. Vejam o caso do álcool. Os crimes e os graves problemas de saúde estão aí, à vista de toda gente. E olhem que não se trata de uma substância que promete, como direi?, “altas viagens” a quem consome. É inegável que as drogas hoje consideradas ilícitas estão associadas a alterações de percepção que apontariam, sei lá eu, para novos patamares da sensibilidade. A liberação das drogas seria, certamente, um flagelo entre os jovens.

Ademais, proibidas em quase todo os países, as ditas substâncias ilícitas entram no país, necessariamente, por intermédio do crime organizado — QUE CONTINUARIA, É BOM FRISAR, A MANDAR NO NEGÓCIO EM ESCALA MUNDIAL. Não se acende um baseado que seja sem integrar a cadeia criminosa. De novo, é matéria de fato, não de gosto. A afirmação de que consumir ou não consumir é só uma questão de escolha individual, que a ninguém diz respeito, é frívola. Não adianta cobrir a realidade com o véu diáfano da fantasia (Eça!): ao tomar uma dose de uísque, você não está alimentando o tráfico de armas; ao cheirar uma carreira, sim. Aí alguém poderá dizer: “Ah, mas que culpa tenho eu se é ilegal? Por mim, não seria.” É o que diz qualquer um ao transgredir uma lei com a qual não concorda — se você, por exemplo, julga aquela lei essencial, certamente defende punição para o transgressor, certo? Mas pretende fumar maconha ou cheirar pó sem ser incomodado? Bom crime é só aquele que a gente gosta de cometer?

Com isso, sustento que o consumo de drogas é, então, uma escolha moral, individual — “devo fazer ou não? Isso só a mim diz respeito!” —, mas é também uma escolha ética: “Que se dane a lei; nesse caso, eu não a reconheço como válida”. É preciso saber se essa atitude, vamos dizer, de rebeldia, de desobediência civil (solitária ou no seu grupinho), torna o mundo mais livre e mais justo ou confere poder a bandos de facínoras. Sempre se pode acender uma bagana e não pensar no assunto.

Se o sujeito quer se matar cheirando pó ou bebendo água (o que é possível, saibam), como impedir? O que temos com isso? Mas não venham me dizer que as duas formas se igualam. Nem a um suicida se dispensa o decoro. Ao se matar, ele pretende levar outros com ele?

PS: E reitero: a lei brasileira já é tolerante, quase paternalista, com o consumidor de drogas. Essa história de que tem gente presa só porque fumou um baseado já é lenda. Ninguém mais dá bola. O país não consegue prender nem quem fuma pessoas. Imaginem, então, quem fuma mato.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Reinaldo Azevedo e o Aborto. Excelente colocação

Colo o post de Reinaldo Azevedo sobre o aborto, uma verdadeira aula sobre a questão, até mesmo para os ateus.

O ABORTO
Não fosse a exposição da carnificina, também a retórica (o que procuro evitar), publicaria aqui todas as mensagens que chegam me esculhambando porque, como é público e notório, oponho-me ao aborto. Barack Obama, seguindo a cartilha majoritária do Partido Democrata, acaba de suspender as restrições de financiamento público a entidades que promovem tal prática. Antes dele, Bill Clinton, titular dos dois primeiros dos “três mandatos” clintonianos, fez o mesmo. Os republicanos Ronald Reagan, Bush pai e Bush filho impuseram restrições.
Vá lá... A questão, nos EUA, obedece à lógica pendular. No Brasil, o debate a respeito é permanente. A VEJA desta semana traz uma ampla reportagem a respeito. Ali estão expostos fatos, dilemas morais, éticos, religiosos e histórias pessoais às vezes dramáticas.Acompanhem com atenção os que estão dispostos a algum diálogo — sim, porque há os que não estão, e, nesse caso, textos são inúteis. Compreendo algumas posições muito duras de quem se opõe ao aborto na certeza de que se pratica um assassinato.
Afinal, diante da morte, qual é o relativismo possível? Mesmo assim, tenho coibido algumas manifestações cuja agressividade não ilumina — antes turva as convicções.Mas, confesso, a defesa agressiva do aborto e a falta de disposição para o diálogo de seus partidários me são um tanto assustadores. Muito bem:a) eles não consideram o feto ainda uma vida — em algum estado da natureza, aquela coisa deve estar (eles não querem saber qual);
b) acreditam que é uma questão que diz respeito ao direito das mulheres;
c) deploram as convicções religiosas de seus adversários etc.

Certo, certo. Tudo ainda muito compreensível. O que não entendo — e não entendo mesmo — é o núcleo moral desta a escolha, a saber: o que faz alguém se tornar militante pró-aborto? Qual é, vamos dizer, o seu TODO FILOSÓFICO de que tal defesa tão ativa É PARTE? Escandalizava-me, à época da questão Terri Schiavo (lembram-se?), que pessoas saíssem às ruas pedindo o desligamento dos aparelhos — embora os pais da moça se dispusessem a cuidar do seu “vegetal” (como ela era chamada). Mas a lei disse que eles não tinham direito a seu “pé de alface”, a seu “aspargo”, a “gerânio”...
Tenho, sim, abrigado a divergência no meu blog sobre essa e outras questões, nos limites, já disse, do que considero aceitável. Mas não é possível que os defensores tão entusiasmados do aborto não se lembrem ao menos de ser decorosos, reconhecendo que, em cada história que leva à interrupção da gravidez, há uma rotina de sofrimentos. Até onde o tratamento tão ligeiro dispensado ao feto não traduz também ligeireza no trato com os já nascidos?E também me parece que chegou a hora de os defensores do aborto saírem daquele lugar confortável em que se colocaram, de onde, com, parece-se, obtusidade moral e filosófica, sentenciam: “As restrições ao aborto são todas de natureza religiosa, e a sociedade é laica”. Acho que não, acho que não...

UM - O fato de que a maioria das denominações cristãs considere que a vida tem início na concepção não desobriga os não-religiosos de tentar responder quando começa a vida. E tal resposta se faz necessária para se saber quando se está ou não se está (do ponto de vista deles) lidando com a morte. Ou se vai chegar ao horror a que se chegou nos EUA? O agora presidente Obama, antes senador, votou a favor de verbas para grupos que promovem o chamado “aborto com nascimento parcial”, realizado no último trimestre de gravidez, às vezes aos oito meses.
Façam uma pesquisa. Nem Cícero conseguiria usar a retórica para distinguir aquilo de homicídio, agravado pela torpeza e crueldade. Mesmo os defensores do aborto têm de dizer a partir de que momento ele não seria mais permitido. E, ao estabelecer tal tempo, dizer por que não. Ao definir o momento do “não”, será preciso especificar as razões por que antes se diz “sim”; será preciso definir por que os óbices de um aboerto aos seis ou sete meses de gestação inexistem aos dois;
DOIS – É curioso que os defensores do aborto que atacam a perspectiva que seria puramente religiosa dos seus adversários acreditem que só mesmo a religião poderia se interessar em proteger o feto. Pergunto-me, um tanto espantado, se o humanismo laico não pode alcançar a concepção, protegendo-a. SERÁ QUE UM ATEU OU AGNÓSTICO ESTÁ IMPEDIDO DE SER CONTRÁRIO AO ABORTO PORQUE ISSO CORRESPONDERIA A SER CONTRÁRIO À RAZÃO? Ora, ora... Nós, os cristãos, somos um conforto para essa gente, não? “Ah, isso é coisa daqueles carolas, daqueles papa-hóstias, que querem impor o seu modelo e a sua visão de mundo para toda a sociedade, que é LAI-CA” (alguns fazem escansão de sílabas na esperança de que eu acabe concordando com eles...). Não, não... Com todo o respeito, deixem de preguiça moral e ética. Creio que o “amor pelo homem”, ainda que sem Deus, esteja obrigado a se pronunciar sobre a proteção à concepção.
TRÊS – Mesmo no caso do chamado aborto de anencéfalos, há uma questão de princípio que não pode ser mitigada. Os preguiçosos pensarão: “Huuummm... Vai morrer logo mesmo, não têm chance, então é melhor abortar”. Os mais cuidadosos hão de pensar:“Isso nos coloca diante de algumas questões:
- quando uma vida é viável ou não?
- temos o direito de determinar a duração dessa viabilidade?
- estabeleceremos que só se fará a interrupção no caso de anencefaria?
- a medicina avança; e crianças com vida prevista de apenas um ano? Devem nascer ou não?;
- e fetos que, nascidos, sobreviverão, mas se tornarão crianças com terríveis deformidades, que implicarão sofrimento para os pais e até para si mesmas? Devemos poupar toda essa gente do sofrimento, fazendo o que o Deus deles não costuma fazer?

SERÁ MESMO QUE OS CRISTÃOS SÃO ESSES SERES MOSTRUOSOS, QUE QUEREM IMPOR A FERRO E FOGO O SEU PONTO DE VISTA? SERÁ MESMO QUE OS DEFENSORES RADICAIS DO ABORTO ESTÃO FLERTANDO APENAS COM UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, HUMANA, TOLERANTE E PLENA DE DIREITOS?

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

José Alencar


Adorei essa reportagem sobre nosso Vice José Alencar, que apesar dos pesares, tem meu respeito e admiração.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Márcio, o investigador de vidas pregressas!!

Acima: Márcio e sua ídola!!


Só o Márcio pra achar esse fato da vida da Mallu Magalhães.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Conselhos angariados pelo Pipe.


"Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes."

"Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO.Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."


Legal esse post do pipe. Recomendo!!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Loucura por recordes estúpidos.


Interessante trecho de uma entrevista que está aqui e faz parte do site do Freakonomics. A cada dia que passa tiro mais minha fé no ser humano e a coloco mais em Deus.


Pergunta - Dos recordes para os quais vocês ainda aceitam pedidos -e dos recordes para os quais vocês não aceitam mais pedidos- qual é o mais perigoso?

Resposta - De longe, a categoria mais perigosa, na minha opinião, é o Mergulho Banzai. Este envolve pegar um avião para uma altitude determinada (3.000 m), jogar seu pára-quedas pela porta e esperar o máximo possível antes de pular atrás dele. O alvo, então, é claro: queda livre na direção do pára-quedas, até pegá-lo, amarrá-lo e acioná-lo antes de atingir o solo. A espera mais longa até hoje foi, incrivelmente, de 50 segundos, por Yasuhiro Kubo, do Japão. Por que aceitamos isso e, no entanto, não permitimos tentativas como a travessia de carro dos EUA mais veloz ou a maior viagem a cavalo? É assim que fazemos distinção, de fato: se você coloca sua vida em risco, tudo bem; se você coloca a vida de outro em risco, não pode.Então, não aceitamos mais pedidos de recordes para:

- longas viagens a cavalo (cruel para o cavalo).

- viagens de carro mais rápidas pelo mundo, ou atravessando o país, ou qualquer outra de ponto a ponto. (coloca outros usuários da estrada em risco).

- mais jovens cirurgiões (coloca o paciente em risco; tivemos que envolver a polícia em um caso recente, quando um menino de 15 anos executou uma cesariana para estabelecer um recorde mundial!).

- a cirurgia mais rápida (coloca o paciente em risco).

- os mais jovens halterofilistas (não acreditamos que as famílias não vão drogar seus filhos com esteróides).

- mais jovem corredores de maratona (ouvimos falar de uma família que treinava seu filho até quase matá-lo para melhorar seu tempo de maratona; agora, a idade limite para tal teste de resistência é 14 anos para esportes de impacto mais suaves ou 18 anos para qualquer outra coisa).

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Chet

26/02/2008Um momento glorioso no crepúsculo de Chet Baker
John Vinocur

Há vinte anos, quando Chet Baker caiu para sua morte da janela de um quarto de hotel em Amsterdã, iniciou-se uma pós-vida que, em termos de sórdida e lúgubre, quase se compara à coisa real.As gravações de solos desanimados parecem ter sido gravadas em microfones de R$ 30 e vendidas como lembranças da decadência de Chet Baker, lascas autenticadas do caixão do trompetista viciado.O macabro atrapalhou o sentimento. A polícia determinou que a morte de Baker fora um acidente, mas não deu explicação definitiva para sua queda. Então, um produtor de televisão holandês trouxe uma equipe de sensitivos ao hotel para sentir a verdadeira história. De olhos fechados e mão na testa, o mundo do além enviou mensagens de violência, de briga e de uma mulher.Se você gostava da música de Baker, talvez risse ou vomitasse.Foram os excessos deprimentes, em vez de seu talento, que quase sempre dominaram a história de Chet.Como jovem músico de talentos melódicos excepcionais, sua beleza deprimida e voz levemente insinuante o tornaram famoso. Anos mais tarde, quando se aprofundou no instrumento e ficou famoso por suas tempestades de lirismo e emoção, o que ficou foi seu rosto destruído pelo vício, sua prisão, sua dentadura que caía, sua tendência à destruição vagando pelo que restava dos clubes de jazz da Europa.Vinte anos depois de sua morte, no dia 13 de maio de 1988, aos 58 anos, pode-se dizer que basta. Este espaço quinzenal, que é sobre a apreciação plena dos prazeres melancólicos defende que existe um CD duplo e um DVD de Chet Baker brilhantes o suficiente para abafar as histórias aberrantes.O álbum com um quarteto chama-se "Chet Baker in Tokyo", e o DVD, contendo duas faixas adicionais: "Chet Baker: The Complete Tokyo Concert".O material foi gravado ao vivo em junho de 1987, cerca de onze meses antes sua morte.A apresentação impressiona porque envolve, no nível mais alto, o que as pessoas disseram que Chet sabia fazer - tocar baladas com eloqüência quase dolorosa, poética - e o que muitos disseram que ele não poderia: tocar forte até fazer o trompete soar sua essência.Isso significava, usando a frase de Art Farmer, um contemporâneo que quase desprezava Baker, "tocar como se estivesse reunindo as tropas".Em "Four", uma canção de Miles Davis, ou em "Arborway", do músico brasileiro Rique Pantoja, Baker, entrando e saindo sem esforço do tempo duplo, toca frases de crescente intensidade e originalidade que o retratam como um corajoso músico de bop.Em "Almost Blue", de Elvis Costello, Baker mostra seu desejo de segurar-se à melodia quase como se estivesse lendo uma pauta musical. Com seu som e ritmo, a faixa demonstra o que Charlie Parker chamou de aquela forma de tocar "doce, suave e ainda assim direta e honesta daquele gatinho branco".Em "My Funny Valetine", a marca de Baker e sua melhor música, a emoção e o veludo estão presentes em breve vocal, mas também estão trompetes fortes e agressivos, em contraste.Não é o chamado às tropas, mas é jazz em toda sua força. É Baker com duas vozes super-impostas. É como se Chet, colocando de lado os anos de destruição, dissesse: este é o músico que sou.O concerto de Tóquio me fascinou e emocionou como quando Miles Davis, em sua decadência, tocou "Time After Time", ou como Stan Getz, não muito antes de sua morte, fez nos álbuns "Serenity" e "Anniversary" com Kenny Barron.São desempenhos de remissão musical. São desempenhos de tamanha qualidade e sinceridade que dão uma sensação de contentamento e completude.Como isso aconteceu com Baker, que nunca derrotou (ou de fato combateu) seu vício?Perguntei sobre a sessão tanto a Harold Danko, pianista de Chet e hoje diretor do departamento de estudos de jazz da Escola de Música Eastman em Rochester, Nova York, e a Hein Van de Geyn, excelente músico holandês que era baixista de Baker na época.Dank, que tocou solos e acompanhamentos soberbos, disse que o bom desempenho teve a ver com a sensação de união da banda e com a confiança e conforto que Baker sentia com ela, em vez das sessões de ritmo usuais, de músicos desconhecidos locais.Assim, o resultado ficou a quilômetros de distância das sessões de gravação nas quais o produtor encomendava um disco, alguém escutava Sinatra e escrevia as letras para Chet cantar dez minutos depois. Ou uma gravação encomendada de dois lados de 50 minutos em que Baker olhava para o relógio e parava no meio do coro porque já estava em 103 minutos.Também é fato - e não há como fugir - que, durante as três semanas em que Baker excursionou pelo Japão, ele estava tomando metadona, por respeito às leis rigorosas do Japão contra narcóticos e a dificuldade de obter heroína.Eu assisti a uma parte do concerto em DVD com Van de Geyn em sua casa em um canal em Dordrecht, perto de Roterdã. Enquanto Baker tocava linhas longas e fluentes, e continuava sem parar, Van de Geyn sorria e abria os braços ao máximo.A música era imensa."O Japão foi algo completamente diferente", disse ele. "Estava corado. Ele de fato comia. Ele bebeu um pouco de conhaque. Estava falante. Estava na melhor forma que jamais o vi."Para Danko, Baker viu-se por uma vez tocando para pessoas que não estavam esperando secretamente que errasse. "Era algo fresco, que fluía sempre."Não havia julgamentos morais de assistentes sociais. Um músico lendário maravilhoso, na maior parte da vida miserável, se recompôs para um momento final não muito conhecido que está vivo e brilhante.Baker, é claro, era honesto consigo mesmo. No aeroporto antes de deixar Tóquio, segundo contam, Peter Hujits, gerente de estrada do quarteto, vibrava com a turnê e seus resultados. Chet respondeu-lhe que mal podia esperar "para voltar para Paris e ficar louco".Eu perguntei a Van de Geyn sobre isso. "Soa absolutamente verdadeiro", disse ele. Tradução: Deborah Weinberg
Visite o site do International Herald Tribune

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Elvis - They are the kings!!

Não é segredo pra ninguém que um dos meus blogs favoritos (além dos linkados aqui ao final deste), é o sensacional Meu cérebro dói. Leio faz muito tempo, achava que seu áureo período tinha passado, até me deparar com a sensacional série "top 5 dos imitadores do Elvis". Só pra dar água na boca e você visitarem (prometo que vale MUUUUIIIITO A PENA!!), vai o enredo do Filme do imitador medalha de latão (4º lugar), o agora meu ídolo BRUCE CAMPBELL


"Mas seu melhor papel foi o de Elvis Presley, no sensacional Bubba Ho-Tep. No filme, Elvis está vivo, com 68 anos, tem câncer peniano, e com a ajuda de seu colega de asilo John F. Kennedy (também vivo, e negro), enfrenta uma múmia egípcia que se veste de cowboy e está se alimentando das almas dos velhinhos do asilo. Não apenas este é o melhor filme de Elvis já feito, como também é o filme em que o Elvis é mais do que nunca o rei da cocada preta chutador de traseiros dono do pedaço. Mesmo se locomovendo com a ajuda de um andador."

Também não deixem de visitar o myspace do sensacional EILERT PILARM (3º lugar).


Um trechinho: "O sueco Eilert Pilarm desafiou o senso comum e se tornou um imitador de Elvis de certa fama, mesmo sendo careca, sueco e cinqüentão (mas com um corpinho de setenta e dois), mesmo tendo aprendido inglês em um curso por correspondência da Escuela Vanderlei Lurremburgo de Idiomas, mesmo cantando sempre fora do tom e fora do tempo. Boas amostras disso tudo estão no Myspace dele."

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Humberto - traficante fantasma

sensacional esse conto bizarro do buldozer. Ri demais!!!

Vale a pena dar uma olhada!!!

Um trechinho:

De todos os traficantes do DF, Humberto era o mais famoso. Além de conseguir vender qualquer tipo de droga que você imagine (inclusive aquelas novidades que ninguém mais tem), Humberto tinha outra fama: era um traficante invisível. Todos conheciam seu nome, mas poucos o conheciam ao vivo. Reza a lenda que é mais fácil o Bin Laden se entregar para os EUA e se tornar evangélico do que a polícia pegar Humberto. Pouco se sabe da vida de Humberto e ninguém tem a mínima idéia de como é a sua aparência física. Para completar o mistério, seu nome verdadeiro é uma incógnita. "Humberto" seria apenas um apelido. E qual é a razão desse apelido? Bem, você conhece aquele mudinho da Turma da Mônica? Pois é, além de invisível, Humberto era também mudo. Mas ele não tem nenhum problema com a voz, muito pelo contrário. Ele apenas não falava com seus clientes para não correr o risco de ser identificado em alguma treta futura.O curioso é que Humberto só atendia pelo celular. "Mas como é que um mudo conversa pelo telefone?", alguém poderia se perguntar. Bom, é aí que está o grande "tchan" da história: se você quisesse comprar drogas com Humberto, você deveria seguir certas regras. Algumas dessas regras: