Ótima dica do Juca!! Obrigatório!!!!
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Chimamanda Adichie: O perigo da história única!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
doar sem gastar!
vamos doar sem gastar, mas só tem mais 3 dias:
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O quanto você aguenta antes de empacotar?
Quer saber quanta bebida seu corpo aguenta? clique aqui!
sábado, 19 de setembro de 2009
O que tocava quando você nasceu?
Quer saber o sucesso do momento bem no dia que vc nasceu?
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terça-feira, 10 de março de 2009
Marli, a Björk brasileira.
Sinceramente, me sinto envergonhado de só ter conhecido a S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L Marli agora, tendo perdido toda sua evolução musical.
Também me envergonha de ter escutado cantoras menores como Marisa Monte, Janis Joplin, Joan Baez... e tantas outras amadoras que existem no meio musical!!
Amadoras sim!!! E duvido que alquém que ouça a Marli discorde de mim.
Obrigado Richs, por essa dica de inestimável valor. Você mudou minha vida!!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Reinaldo Azevedo e o Aborto. Excelente colocação
Colo o post de Reinaldo Azevedo sobre o aborto, uma verdadeira aula sobre a questão, até mesmo para os ateus.
O ABORTO
Não fosse a exposição da carnificina, também a retórica (o que procuro evitar), publicaria aqui todas as mensagens que chegam me esculhambando porque, como é público e notório, oponho-me ao aborto. Barack Obama, seguindo a cartilha majoritária do Partido Democrata, acaba de suspender as restrições de financiamento público a entidades que promovem tal prática. Antes dele, Bill Clinton, titular dos dois primeiros dos “três mandatos” clintonianos, fez o mesmo. Os republicanos Ronald Reagan, Bush pai e Bush filho impuseram restrições.
Vá lá... A questão, nos EUA, obedece à lógica pendular. No Brasil, o debate a respeito é permanente. A VEJA desta semana traz uma ampla reportagem a respeito. Ali estão expostos fatos, dilemas morais, éticos, religiosos e histórias pessoais às vezes dramáticas.Acompanhem com atenção os que estão dispostos a algum diálogo — sim, porque há os que não estão, e, nesse caso, textos são inúteis. Compreendo algumas posições muito duras de quem se opõe ao aborto na certeza de que se pratica um assassinato.
Afinal, diante da morte, qual é o relativismo possível? Mesmo assim, tenho coibido algumas manifestações cuja agressividade não ilumina — antes turva as convicções.Mas, confesso, a defesa agressiva do aborto e a falta de disposição para o diálogo de seus partidários me são um tanto assustadores. Muito bem:a) eles não consideram o feto ainda uma vida — em algum estado da natureza, aquela coisa deve estar (eles não querem saber qual);
b) acreditam que é uma questão que diz respeito ao direito das mulheres;
c) deploram as convicções religiosas de seus adversários etc.
Certo, certo. Tudo ainda muito compreensível. O que não entendo — e não entendo mesmo — é o núcleo moral desta a escolha, a saber: o que faz alguém se tornar militante pró-aborto? Qual é, vamos dizer, o seu TODO FILOSÓFICO de que tal defesa tão ativa É PARTE? Escandalizava-me, à época da questão Terri Schiavo (lembram-se?), que pessoas saíssem às ruas pedindo o desligamento dos aparelhos — embora os pais da moça se dispusessem a cuidar do seu “vegetal” (como ela era chamada). Mas a lei disse que eles não tinham direito a seu “pé de alface”, a seu “aspargo”, a “gerânio”...
Tenho, sim, abrigado a divergência no meu blog sobre essa e outras questões, nos limites, já disse, do que considero aceitável. Mas não é possível que os defensores tão entusiasmados do aborto não se lembrem ao menos de ser decorosos, reconhecendo que, em cada história que leva à interrupção da gravidez, há uma rotina de sofrimentos. Até onde o tratamento tão ligeiro dispensado ao feto não traduz também ligeireza no trato com os já nascidos?E também me parece que chegou a hora de os defensores do aborto saírem daquele lugar confortável em que se colocaram, de onde, com, parece-se, obtusidade moral e filosófica, sentenciam: “As restrições ao aborto são todas de natureza religiosa, e a sociedade é laica”. Acho que não, acho que não...
UM - O fato de que a maioria das denominações cristãs considere que a vida tem início na concepção não desobriga os não-religiosos de tentar responder quando começa a vida. E tal resposta se faz necessária para se saber quando se está ou não se está (do ponto de vista deles) lidando com a morte. Ou se vai chegar ao horror a que se chegou nos EUA? O agora presidente Obama, antes senador, votou a favor de verbas para grupos que promovem o chamado “aborto com nascimento parcial”, realizado no último trimestre de gravidez, às vezes aos oito meses.
Façam uma pesquisa. Nem Cícero conseguiria usar a retórica para distinguir aquilo de homicídio, agravado pela torpeza e crueldade. Mesmo os defensores do aborto têm de dizer a partir de que momento ele não seria mais permitido. E, ao estabelecer tal tempo, dizer por que não. Ao definir o momento do “não”, será preciso especificar as razões por que antes se diz “sim”; será preciso definir por que os óbices de um aboerto aos seis ou sete meses de gestação inexistem aos dois;
DOIS – É curioso que os defensores do aborto que atacam a perspectiva que seria puramente religiosa dos seus adversários acreditem que só mesmo a religião poderia se interessar em proteger o feto. Pergunto-me, um tanto espantado, se o humanismo laico não pode alcançar a concepção, protegendo-a. SERÁ QUE UM ATEU OU AGNÓSTICO ESTÁ IMPEDIDO DE SER CONTRÁRIO AO ABORTO PORQUE ISSO CORRESPONDERIA A SER CONTRÁRIO À RAZÃO? Ora, ora... Nós, os cristãos, somos um conforto para essa gente, não? “Ah, isso é coisa daqueles carolas, daqueles papa-hóstias, que querem impor o seu modelo e a sua visão de mundo para toda a sociedade, que é LAI-CA” (alguns fazem escansão de sílabas na esperança de que eu acabe concordando com eles...). Não, não... Com todo o respeito, deixem de preguiça moral e ética. Creio que o “amor pelo homem”, ainda que sem Deus, esteja obrigado a se pronunciar sobre a proteção à concepção.
TRÊS – Mesmo no caso do chamado aborto de anencéfalos, há uma questão de princípio que não pode ser mitigada. Os preguiçosos pensarão: “Huuummm... Vai morrer logo mesmo, não têm chance, então é melhor abortar”. Os mais cuidadosos hão de pensar:“Isso nos coloca diante de algumas questões:
- quando uma vida é viável ou não?
- temos o direito de determinar a duração dessa viabilidade?
- estabeleceremos que só se fará a interrupção no caso de anencefaria?
- a medicina avança; e crianças com vida prevista de apenas um ano? Devem nascer ou não?;
- e fetos que, nascidos, sobreviverão, mas se tornarão crianças com terríveis deformidades, que implicarão sofrimento para os pais e até para si mesmas? Devemos poupar toda essa gente do sofrimento, fazendo o que o Deus deles não costuma fazer?
SERÁ MESMO QUE OS CRISTÃOS SÃO ESSES SERES MOSTRUOSOS, QUE QUEREM IMPOR A FERRO E FOGO O SEU PONTO DE VISTA? SERÁ MESMO QUE OS DEFENSORES RADICAIS DO ABORTO ESTÃO FLERTANDO APENAS COM UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, HUMANA, TOLERANTE E PLENA DE DIREITOS?
O ABORTO
Não fosse a exposição da carnificina, também a retórica (o que procuro evitar), publicaria aqui todas as mensagens que chegam me esculhambando porque, como é público e notório, oponho-me ao aborto. Barack Obama, seguindo a cartilha majoritária do Partido Democrata, acaba de suspender as restrições de financiamento público a entidades que promovem tal prática. Antes dele, Bill Clinton, titular dos dois primeiros dos “três mandatos” clintonianos, fez o mesmo. Os republicanos Ronald Reagan, Bush pai e Bush filho impuseram restrições.
Vá lá... A questão, nos EUA, obedece à lógica pendular. No Brasil, o debate a respeito é permanente. A VEJA desta semana traz uma ampla reportagem a respeito. Ali estão expostos fatos, dilemas morais, éticos, religiosos e histórias pessoais às vezes dramáticas.Acompanhem com atenção os que estão dispostos a algum diálogo — sim, porque há os que não estão, e, nesse caso, textos são inúteis. Compreendo algumas posições muito duras de quem se opõe ao aborto na certeza de que se pratica um assassinato.
Afinal, diante da morte, qual é o relativismo possível? Mesmo assim, tenho coibido algumas manifestações cuja agressividade não ilumina — antes turva as convicções.Mas, confesso, a defesa agressiva do aborto e a falta de disposição para o diálogo de seus partidários me são um tanto assustadores. Muito bem:a) eles não consideram o feto ainda uma vida — em algum estado da natureza, aquela coisa deve estar (eles não querem saber qual);
b) acreditam que é uma questão que diz respeito ao direito das mulheres;
c) deploram as convicções religiosas de seus adversários etc.
Certo, certo. Tudo ainda muito compreensível. O que não entendo — e não entendo mesmo — é o núcleo moral desta a escolha, a saber: o que faz alguém se tornar militante pró-aborto? Qual é, vamos dizer, o seu TODO FILOSÓFICO de que tal defesa tão ativa É PARTE? Escandalizava-me, à época da questão Terri Schiavo (lembram-se?), que pessoas saíssem às ruas pedindo o desligamento dos aparelhos — embora os pais da moça se dispusessem a cuidar do seu “vegetal” (como ela era chamada). Mas a lei disse que eles não tinham direito a seu “pé de alface”, a seu “aspargo”, a “gerânio”...
Tenho, sim, abrigado a divergência no meu blog sobre essa e outras questões, nos limites, já disse, do que considero aceitável. Mas não é possível que os defensores tão entusiasmados do aborto não se lembrem ao menos de ser decorosos, reconhecendo que, em cada história que leva à interrupção da gravidez, há uma rotina de sofrimentos. Até onde o tratamento tão ligeiro dispensado ao feto não traduz também ligeireza no trato com os já nascidos?E também me parece que chegou a hora de os defensores do aborto saírem daquele lugar confortável em que se colocaram, de onde, com, parece-se, obtusidade moral e filosófica, sentenciam: “As restrições ao aborto são todas de natureza religiosa, e a sociedade é laica”. Acho que não, acho que não...
UM - O fato de que a maioria das denominações cristãs considere que a vida tem início na concepção não desobriga os não-religiosos de tentar responder quando começa a vida. E tal resposta se faz necessária para se saber quando se está ou não se está (do ponto de vista deles) lidando com a morte. Ou se vai chegar ao horror a que se chegou nos EUA? O agora presidente Obama, antes senador, votou a favor de verbas para grupos que promovem o chamado “aborto com nascimento parcial”, realizado no último trimestre de gravidez, às vezes aos oito meses.
Façam uma pesquisa. Nem Cícero conseguiria usar a retórica para distinguir aquilo de homicídio, agravado pela torpeza e crueldade. Mesmo os defensores do aborto têm de dizer a partir de que momento ele não seria mais permitido. E, ao estabelecer tal tempo, dizer por que não. Ao definir o momento do “não”, será preciso especificar as razões por que antes se diz “sim”; será preciso definir por que os óbices de um aboerto aos seis ou sete meses de gestação inexistem aos dois;
DOIS – É curioso que os defensores do aborto que atacam a perspectiva que seria puramente religiosa dos seus adversários acreditem que só mesmo a religião poderia se interessar em proteger o feto. Pergunto-me, um tanto espantado, se o humanismo laico não pode alcançar a concepção, protegendo-a. SERÁ QUE UM ATEU OU AGNÓSTICO ESTÁ IMPEDIDO DE SER CONTRÁRIO AO ABORTO PORQUE ISSO CORRESPONDERIA A SER CONTRÁRIO À RAZÃO? Ora, ora... Nós, os cristãos, somos um conforto para essa gente, não? “Ah, isso é coisa daqueles carolas, daqueles papa-hóstias, que querem impor o seu modelo e a sua visão de mundo para toda a sociedade, que é LAI-CA” (alguns fazem escansão de sílabas na esperança de que eu acabe concordando com eles...). Não, não... Com todo o respeito, deixem de preguiça moral e ética. Creio que o “amor pelo homem”, ainda que sem Deus, esteja obrigado a se pronunciar sobre a proteção à concepção.
TRÊS – Mesmo no caso do chamado aborto de anencéfalos, há uma questão de princípio que não pode ser mitigada. Os preguiçosos pensarão: “Huuummm... Vai morrer logo mesmo, não têm chance, então é melhor abortar”. Os mais cuidadosos hão de pensar:“Isso nos coloca diante de algumas questões:
- quando uma vida é viável ou não?
- temos o direito de determinar a duração dessa viabilidade?
- estabeleceremos que só se fará a interrupção no caso de anencefaria?
- a medicina avança; e crianças com vida prevista de apenas um ano? Devem nascer ou não?;
- e fetos que, nascidos, sobreviverão, mas se tornarão crianças com terríveis deformidades, que implicarão sofrimento para os pais e até para si mesmas? Devemos poupar toda essa gente do sofrimento, fazendo o que o Deus deles não costuma fazer?
SERÁ MESMO QUE OS CRISTÃOS SÃO ESSES SERES MOSTRUOSOS, QUE QUEREM IMPOR A FERRO E FOGO O SEU PONTO DE VISTA? SERÁ MESMO QUE OS DEFENSORES RADICAIS DO ABORTO ESTÃO FLERTANDO APENAS COM UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA, HUMANA, TOLERANTE E PLENA DE DIREITOS?
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Dá-lhe Cielo
Gostei muito dessa entrevista do Cielo. Atleta que tem coragem de se posicionar você conta nos dedos, e mesmo que algumas opiniões sejam divergentes, ele tem o meu respeito.
Só um trechinho, pois a completa está aqui.
Pergunta — E como você viu a cobertura da natação em Pequim?
Cielo - Ah, tinha um monte de gente que não tinha a menor noção do acontecia. Um cara na China veio me entrevistar e me chamou de Thiago Pereira o tempo todo. Respondi só para tirar onda dele. Outro elogiou para a minha mãe a virada que dei nos 50 metros quando ganhei a medalha. Nos 50 metros não tem virada! É muita estupidez e despreparo. A maioria dos jornalistas na China caiu de pára-quedas. Fingimos que não percebemos. A moçada entende só de futebol.
Pergunta — Você não foi reconhecido nem por repórter brasileiro? E as medalhas que tinha conseguido no Pan não valeram?
Cielo - Vou falar a verdade: fora do Brasil, o Pan não é nada. A minha faculdade não coloca no meu currículo as medalhas do Pan. Acham que até iria desvalorizar. Os EUA vieram para o Brasil com o time C. A verdade é essa. Houve muita festa à toa.
Pergunta — Você vai nadar quantas Olimpíadas?
Cielo — Quero nadar enquanto me sentir bem. Darei o máximo e sei que chegarei ao ápice em 2012. Me esforçarei para ir até 2016 motivado. Se estiver de saco cheio, paro. Antes quero alcançar o recorde mundial e queimar o papel que está no teto do meu quarto nos EUA (referindo-se à meta de 21s nos 50m livre).
Pergunta — E o seu Réveillon?
Cielo — Ah, será como o último. Tenho certeza. Às 6h estarei na piscina, lá na minha faculdade. Como virou tradição, o meu técnico me fará nadar 365 vezes a piscina de 25 metros. Ele diz que é para ter sorte em todos os dias do ano.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Armadilha
É o JB cada dia melhor.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Elvis - They are the kings!!
Não é segredo pra ninguém que um dos meus blogs favoritos (além dos linkados aqui ao final deste), é o sensacional Meu cérebro dói. Leio faz muito tempo, achava que seu áureo período tinha passado, até me deparar com a sensacional série "top 5 dos imitadores do Elvis". Só pra dar água na boca e você visitarem (prometo que vale MUUUUIIIITO A PENA!!), vai o enredo do Filme do imitador medalha de latão (4º lugar), o agora meu ídolo BRUCE CAMPBELL



"Mas seu melhor papel foi o de Elvis Presley, no sensacional Bubba Ho-Tep. No filme, Elvis está vivo, com 68 anos, tem câncer peniano, e com a ajuda de seu colega de asilo John F. Kennedy (também vivo, e negro), enfrenta uma múmia egípcia que se veste de cowboy e está se alimentando das almas dos velhinhos do asilo. Não apenas este é o melhor filme de Elvis já feito, como também é o filme em que o Elvis é mais do que nunca o rei da cocada preta chutador de traseiros dono do pedaço. Mesmo se locomovendo com a ajuda de um andador."
Também não deixem de visitar o myspace do sensacional EILERT PILARM (3º lugar).

Um trechinho: "O sueco Eilert Pilarm desafiou o senso comum e se tornou um imitador de Elvis de certa fama, mesmo sendo careca, sueco e cinqüentão (mas com um corpinho de setenta e dois), mesmo tendo aprendido inglês em um curso por correspondência da Escuela Vanderlei Lurremburgo de Idiomas, mesmo cantando sempre fora do tom e fora do tempo. Boas amostras disso tudo estão no Myspace dele."
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Não joguem
Joguinho viciante da porra.
PS: minha mãe e o pompeu não podem jogar senão vão viciar feio.
ps2: Dica tirada daqui.
PS: minha mãe e o pompeu não podem jogar senão vão viciar feio.
ps2: Dica tirada daqui.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Joguinho viagem!!!
Que joguinho viagem!!!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
In and Out

Como sou uma pessoa chic (pra caralho!!!) e com estilo (da porra!!), vou
In
- Fazer listas de "in" e "out"
- Trocadilho do Tio Lima
- Ir na festa à fantasia fantasiado de Gente Normal
- Investir em ações
- Trabalho voluntário
- Papa Bento XVI e a missa de sempre
- Negociar o preço no Mc Donalds
- Deixar a geladeira aberta para contribuir na diminuição do aquecimento global
- Aprender a escrever "Reveión" corretamente
- Viajar com os Chad
- Copa do mundo de 2014
- Helião
Out
- Comunismo e esquerdismos em geral
- Revista
- Xuxa (desde 1985)
- Seleção Feminina de vôlei (nunca uma camisa amarelada caiu tão bem em alguém)
- Doping
- Corinthians na Primeira divisão (esse tá out literalmente)
- Roriz
- Piadinhas com "Tropa de Elite"
- Caderneta de Poupança
- Qualquer coisa que envolva o seu madruga (já deu né gente?)
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Meus oito anos
Desafio quem veja esse vídeo e não se arrepie (pelo menos no final).
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
tirinhas
Sempre adorei tirinhas de jornal, mas sou muito exigente e realmente posso afirmar que são poucas as que me agradam. Sem dúvida tenho um novo cartunista favorito: Caio gomez.
O blog dele tem umas tirinhas muito bem sacadas, o único defeito é que ainda são poucas (porque o blog é novo).
Recomendo demais, clica logo!!!
Só pra dar um aperitivo:
O blog dele tem umas tirinhas muito bem sacadas, o único defeito é que ainda são poucas (porque o blog é novo).
Recomendo demais, clica logo!!!
Só pra dar um aperitivo:
domingo, 2 de setembro de 2007
Filme muito bom!!

Acabei de ver o filme assassinato em primeiro grau, e recomendo demais!!
Vale muito a pena ver, eu garanto e confio!!
Em 1938, Henri Young (Kevin Bacon), é condenado a cumprir pena em Alcatraz por roubar 5 dólares. Numa tentativa frustrada de fuga com outros três prisioneiros, Young é levado de volta à prisão e, como punição, é confinado na solitária por 19 dias. Dezenove dias que se estendem por três anos, recluso em um fosso escuro, sem nenhuma roupa, sem banheiro e sendo espancado constantemente pelos guardas. Ao sair da solitária e colocado junto aos outros presos, Young, enlouquecido e vingativo, assassina o companheiro que o delatou. Young será julgado e conta com a defesa do inexperiente advogado público, James Stamphill (Christian Slater), para enfrentar o perverso diretor Gleen (Gary Oldman) e provar que a instituição Alcatraz e sua diretoria são os verdadeiros culpados pelo crimes.
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