quarta-feira, 27 de julho de 2011
Mestre Telê: 80 anos - vários de saudade!
Repito: Telê amou o futebol como quase ninguém.
Antigamente, nas escolas e universidades, os alunos chamavam seus professores de mestres.
Por isso o apelido dado a Tele foi perfeito.
Cafu, ótimo exemplo
Entre dezenas de exemplos, destaco Cafu.
Ganhou brasileirões por São Paulo e Palmeiras, 2 mundiais e Libertadores pelo time do Morumbi, 1 scudetto na Roma, outro no Milan, a Uefa Champions League e o mundial de clubes pelos Rossoneri, entre outras várias conquistas, além de ter levantado a taça do pentacampeonato mundial com a seleção, onde mantém o recorde de jogos com a camisa verde e amarela.
Se os caminhos de Telê e Cafu não tivessem se cruzado no início da carreira do lateral, ouso dizer que o atleta passaria pelo futebol sem destaque e títulos.
leia o post completo aqui!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Almir Pernambuquinho - O primeiro "bad boy" do Brasil
Pra quem gosta de futebol, recomendo o seguinte perfil:
Almir Pernambuquinho - O primeiro "bad boy" do Brasil
Trecho de uma de suas "proezas":Recomendação do @thbarata
terça-feira, 28 de junho de 2011
Capitão nascimento é fraco!!
5 Soldados Que Fariam Rambo Tremer
#5 Simo Hayha
Simo Hayha tinham uma vida bastante entediante na Finlândia. Ele serviu o seu um ano no serviço militar obrigatório e, em seguida, se tornou agricultor. Mas, quando a União Soviética invadiu o seu país natal em 1939, ele decidiu que queria ajudar seu país. Dado que a maioria dos combates ocorriam na floresta, ele acreditou a melhor maneira de parar a invasão seria pegar sua fiel espingarda, algumas latas de comida e ficar o dia inteiro escondido numa árvore atirando nos Russos. Em seis metros de neve, e 20-40 graus abaixo de zero.
Claro que, quando os russos viram que dezenas de seus homens haviam morrido por apenas um homem com um rifle, eles ficaram morrendo de medo. Hayha começou a ser chamado de “A Morte Branca” por causa de sua camuflagem branca, e os russos começaram a montar várias missões, só para matar Hayha.
Primeiro enviaram uma força tarefa acabar com Hayha. Ele matou todos. Então eles tentaram montar uma equipe de contra-snipers (que são basicamente atiradores que matam atiradores) e enviaram-nos para eliminar Hayha. E novamente ele aniquilou todos. Ao longo de 100 dias, Hayha matou mais de 705 pessoas, só com a sua SMG.
Uma vez que todos suas tropas tinham sido mortos ou assustados demais para ir para qualquer lugar perto dele, os russos simplesmente bombearam todos os lugares que eles pensaram que ele poderia estar. E ele realmente foi atingido por uma nuvem de estilhaços que acabou com sua roupa, mas ele não ficou realmente machucado, porque ele é o Morte Branca, porra!.
Finalmente, em 6 de março de 1940, algum sortudo acertou um tiro na cabeça de Hayha, usando munição explosiva. Quando os soldados o acharam e levaram ele para a base, ele “tinha metade de sua cabeça faltando.” A Morte Branca tinha finalmente sido parado …
…Por mais ou menos uma semana. Apesar de ter sido abatido com um sórdido caso de síndrome do tiro-na-cabeça, ele ainda estava muito vivo e recuperou a consciência no dia 13 de março, mesmo dia em que a guerra terminou.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Bela Dica do Thiago.
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Estive conversando com diversas pessoas da F-1 para fazer uma análise dos testes de pré-temporada até agora, um material que deve ir ao ar amanhã no Tazio. E os comentários sobre o comprometimento do alemão com o trabalho chamaram a atenção. Desde o início do ano, Schumacher tem comparecido à fábrica de Brackley duas vezes por semana. A rotina é basicamente a mesma: ele passa em todos os setores da fábrica e conversa com cada funcionário, buscando saber como anda a evolução do trabalho e discutindo idéias para melhorar a produtividade.
Com isso, Schumacher mata vários coelhos numa cajadada só. Esta é uma maneira dele conhecer todas as etapas na construção e do desenvolvimento do carro, podendo ainda ajudar um pouco com sua experiência; ele também motiva cada membro da equipe a dar o máximo de si, melhorando a qualidade do trabalho em geral; e ainda conquista para si a simpatia dos funcionários, ressaltando o senso do sucesso coletivo conquistado pelo esforço individual de cada um.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
Na entrevista de emprego.
Sobre alguns comportamentos exibidos em entrevistas de emprego:
* Um candidato atendeu seu celular durante uma entrevista. Além disso, pediu ao entrevistador que saísse da sala pois tratava-se de “uma conversa particular”;
* Um candidato assegurou ao entrevistador que não ficaria muito tempo no emprego, pois esperava receber uma herança de um tio que estava muito mal de saúde;
* Uma pessoa aproveitou a entrevista para pedir ao entrevistador que a levasse até em casa;
* Um candidato cheirou suas axilas a caminho da sala de reuniões;
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Origem dos nomes dos estados.
Alagoas: o nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.
Amazonas: nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.
Bahia: o nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo
Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Jordan, o fenômeno!
sábado, 29 de agosto de 2009
Shrek exiistiu.
domingo, 19 de julho de 2009
Homenagem ao Michael!
domingo, 26 de abril de 2009
Como Brasília perdeu uma prostituta
Como Brasília perdeu uma prostituta
Gilberto Dimenstein
Como era inteligente, a menina prosperava cada vez mais rápido na escola; assim, deixou a prostituição e virou dentista
A educadora Dagmar Garroux preparou uma de suas alunas para ser prostituta. Mas não qualquer prostituta -seria treinada para circular pelos bastidores de Brasília. Além de etiqueta, aprenderia a falar bem português e se viraria no inglês ou espanhol. Com aulas de artes, história e atualidades, ela conseguiria manter uma conversa em recepções. “O treino funcionou”, orgulha-se Dagmar. Funcionou tão bem que Brasília perdeu uma prostituta.
A menina, estimulada com a chance de ser prostituta em Brasília, morava na favela do Parque Santo Antônio, localizada no chamado “triângulo da morte”, na zona sul da cidade de São Paulo. No “triângulo” existe o cemitério São Luiz, que, conta-se, é o lugar onde estariam enterrados mais adolescentes por metro quadrado no mundo.
Dagmar criou, ali, um centro educacional batizado de Casa do Zezinho -o nome é inspirado na poesia “E agora, José?”, de Carlos Drummond de Andrade. Uma das freqüentadoras da casa era a menina, que começou a vender o corpo, na fronteira da adolescência, agenciada por um rapaz mais velho da escola pública em que estudava. Dividiam pela metade o valor de cada programa (R$ 10).
A garota não gostou da intromissão da educadora. “Não se mete, não.
Você nunca pensou em se vender para ganhar dinheiro?”, perguntou, agressiva. Ela era conhecida pela violência, metia-se em brigas. Quase sempre andava com uma faca.
Dagmar suspeitou de que corria o risco de perder a aluna, desfeito o já frágil laço afetivo. Decidiu entrar no jogo. Disse que nunca quis vender o corpo. Mas, se quisesse, não iria aceitar mixaria. “Eu iria cobrar no mínimo R$ 1.000. Isso no começo, depois aumentaria o preço.”
A aluna arregalou os olhos e ouviu a improvável proposta: “Por que você não se prepara para ser puta em Brasília? Você ganha dinheiro e se aposenta”. Com aquele corpo e a bagagem intelectual, acrescentou, certamente iria surgir um marido rico.
No dia seguinte, a garota voltou, animada com a proposta. “Topo”, disse. Dagmar ponderou que ela deveria, então, se preparar. Para começo de conversa, deveria se cuidar para que aumentasse a disputa dos clientes.
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
Atiçando a curiosidade
Sendo assim, esse é começo de um artigo bem interessante que li no der spigel. Se quiser continuar é só clicar no link abaixo.
"O enxadrista profissional Vassily Ivanchuk, nascido em Berezhany, na Ucrânia em 1969, é considerado grande mestre há vinte anos e está atualmente em terceiro lugar no ranking mundial. O homem de cabelos pretos e olhar sedutor é conhecido como "grande Chucky" por seus colegas. Por quê? Porque depois de perder um jogo, ele vai para a floresta à noite e uiva para a Lua para expulsar seus demônios. Porque ele anda de short a temperaturas geladas. Porque ele gosta de se sentar em quartos escuros. Porque ele costuma olhar para o teto em vez do tabuleiro durante os jogos de xadrez. Porque ele tenta dobrar o cheque ampliado que é entregue ao vencedor depois de um torneio para que caiba no bolso. E porque, como diz o campeão mundial Visvanathan Anand, ele vive no "planeta Ivanchuk"."
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