quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Filme que tenho que ver!



Um filme com a sinopse abaixo é tão absurdamente ruim que merece ser visto:

O Extraterrestre anão Superpoderoso vem a Terra para designar a um humano o poder de "fazer o bem", Mallandro é o escolhido, mas para ter o poder, ele deve primeiramente cumprir uma missão: achar o macaquinho da Tinhinha. Se ele falhar o poder será dado ao vilão Dom Pedro interpretado por Pedro de Lara.

Tratase de As Aventuras de Sérgio Mallandro, que é considerado um dos piores filmes de todos os tempos no Brasil. E olha que para críticos que gostavam dos filmes brasileiros dos anos 80, achar um filme ruim é um desafio!!

Sendo assim, vamos à caça!!!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Como nasce a ressaca!



Texto recebido por email e com autoria alegada ao "Bar do Zé"

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja.
A terceira e assim por diante.
O teu estomago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "caracas véi... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distinguem q tipo de liquido está sendo ingerido, ele sabe apenas q "é líquido".
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caracas, o cara tá maluco!!!" E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o máximo de sangue q tu puder, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamos botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora-extra e filtra muito sangue e enche rápido. Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CEREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véi, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso q as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais "bunitim".
Chega uma hora q você tá com o teor alcoólico tão alto q teu CEREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia... dorme... capota... resumindo: essa é a hora q o teu não tem dono!
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem q tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora". O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece às ordens direitinhas e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CEREBRO é constituído de 75% de água, ele é o q mais sofre com essa "ordem" e daí vem as terríveis dores de cabeça da ressaca.
Então, sei q na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d’água, porque na medida em que você mija, já repõe a água.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Feliz Natal!!

Sei que estou meio atrasado, mas enfim: Feliz Natal!!

terça-feira, 27 de julho de 2010

Metal!!!!



Luiz Caldas vira cantor de heavy metal e faz letra suicida

Pai da axé music substitui pés descalços por All Star e planeja show num cemitério

O pai da axé music se converteu ao heavy metal

O pai da axé music se converteu ao heavy metal. A mistura pode parecer bizarra, mas quando o cantor baiano de Feira de Santana explica o feito tão calmamente, tal história se torna até possível. Aos 47 anos, Luiz Caldas, o cantor de Fricote, aquela dos versos “Nega do cabelo duro, que não gosta de pentear”, agora berra a sombria letra de Maldição.

A batida pesada veio à cabeça enquanto corria na praia da Boca do Rio, em Salvador, com o mar da Bahia de testemunha. Para ficar à altura da inspiração, bolou logo a letra sobre um suicida que não consegue se matar. A composição dá nome ao megashow que o cantor fará em 18 de setembro na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.

Com um cemitério de cenário, ele promete fazer “o maior show de rock já visto no Brasil”. A reportagem esteve com o músico no fim da tarde desta sexta (16), no estúdio WR, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. O local é praticamente uma extensão da casa dele, já que foi neste estúdio que, há 25 anos, forjou a axé music. Assim que a entrevista terminou, Caldas assumiu o microfone para botar voz com vigor na faixa Maria, Maria, que compõe o disco promocional Luiz Caldas Ao Vivo, ainda sem data para ser comercializado. O álbum traz pérolas de sua carreira, como Haja Amor, Tieta e Odé e Adão, além de outras músicas que gosta de cantar, como a que gravou de Milton Nascimento e Fernando Brant.

Por que você entrou no mundo do heavy metal?

Minha festa é plural. Não posso entristecer a minoria que não quer só música para tirar o pé do chão. E meu instrumento sempre foi a guitarra, inventada por Dodô e Osmar no trio elétrico. O Brasil é a terra de guitarristas como Pepeu Gomes, Armandinho, Robertinho do Recife...

O que você diz para quem se assusta com essa mudança?

Não existe mudança. Continuo sendo o Luiz Caldas. Posso tocar o que quiser. Entrei no heavy metal por cima, fazendo bem feito. Por isso, o Andreas Kisser, o Lobão, o Tico Santa Cruz e os meninos do Angra ligaram para me parabenizar. Se você der uma chegadinha no meu MySpace verá que ele é todo de heavy metal.

Como você compôs Maldição?

Foi correndo na praia, porque corro todo dia na Boca do Rio, vou de frente à sede do Bahia até a primeira ponte e volto. Aí ouvi a batida [cantarola o barulho inicial da música]. Na hora de botar a letra, pensei: não posso falar que “o meu amor me deixou, que eu fui para o shopping”. Eu fui para a treva. Conto a historia de um cara que quer se suicidar e mesmo assim não consegue. Isso é que é terrível. Nem se matar ele pode.

E se pensarem que você fez pacto com o diabo?

Não tem nada disso. Eu sou yoguin. Não como carne, animal nenhum, não bebo...

Como vai ser o show Maldição?

É uma produção caríssima e não tem apoio de ninguém. Vamos gastar três dias montando o cenário. É uma coisa cinematográfica nunca assistida no Brasil num show de rock. O palco enorme da Concha Acústica será todo cenário e vai se transformar num grande cemitério. Será totalmente pesado. Vai ser uma ópera, uma peça teatral musicada. Os quatro músicos no palco vão usar maquiagem de cinema. Não vou mostrar meu rosto. Trouxe muita coisa de Miami.

Você vai viajar com a turnê Maldição?

Eu levo o show para onde me chamarem e me pagarem.

Por que você calçou com All Star seus famosos pés descalços?

Me deu vontade de usar. Ganhei uma graninha e resolvi comprar. Fiquei descalço esse tempo todo...

E agora só vai andar de tênis?

Quando as pessoas acharem que é, aí não vai ser de novo. A ideia é essa. Eu, por exemplo, cortei meu cabelo por um golpe de marketing.

Duvida? Clique aqui!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Lei sensacional!

Quem duvida da qualidade de nossos representantes, deveria dar uma olhada na sua inestimada produção de Leis. Eis uma abaixo, que vai mudar o Brasil

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.285, DE 6 DE JULHO DE 2010.



Confere ao Município de Apucarana, no Estado do Paraná, o título de Capital Nacional do Boné.

O VICEPRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o É conferido ao Município de Apucarana, Estado do Paraná, o título de Capital Nacional do Boné.

Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 6 de julho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

Este texto não substitui o publicado no DOU de 7.7.2010