domingo, 19 de julho de 2009
Quase imbolotei!!!
Discípulo de Vanessão!
Só no Cac do Rangel cuns traficantii
Atorón Atóron perigon"
Homenagem ao Michael!
jogo: hot or not!
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Um dia eu entendo!

Um homem estava a colocar flores na campa de um parente quando, ao seu lado, na campa vizinha, um chinês colocou um prato de arroz.
Voltando-se para ele o homem perguntou:
- Você acredita que o defunto comerá o arroz?
- Sim! – respondeu o chinês…- E virá quando o seu familiar defunto vier cheirar as suas flores...
Temos uma mania besta de achar sempre que estamos certos. Seja culturalmente – desprezando as culturas antigas ou diferentes –, seja religiosamente – “provando” que os outros já estão condenados –, seja politicamente, ideologicamente, (insira aqui o nome desejado)mente.....
Eu já tive essa mania por muito tempo, e até hoje pago por ela. Muitas pessoas me congelaram no tempo e acham que eu sou um radical, moralista e insensível. Nada que eu possa reclamar muito, já que elas apenas estão fazendo o que eu fazia antes: se tornaram ““““donas”””” da razão.
Meus princípios não são donos de mim, eu é que sou dono deles! Não tenho problema algum em mudar de opinião, mas exijo algo muito simples: argumentos!
Quem muda conforme o vento é pipa, e se moda fosse bom não duraria um ano só. Não podemos ser imutáveis, mas deve haver razão que justifique a mudança. Como já diria o papa Bento XVI “a razão purifica a fé”.
Um exemplo disso é religioso: admiro muito mais um umbandista convicto, um budista formado ou um Kardecista estudioso do que um ““““católico”””” desinformado, que acha que as coisas são desse jeito “porque são melhores pra mim” ou “estão erradas porque eu não concordo”. A razão é simples: a própria Bíblia diz que não se serve a dois senhores adequadamente e decreta que as pessoas têm que ser frias ou quentes, pois se são mornas devem ser vomitadas.
Se pudesse escolher minha maior qualidade, minha mais preciosa carta na manga, essa seria a minha consciência de que sou ignorante, imperfeito e extremamente falível perante as coisas da vida e de Deus e que sempre tenho mais a aprender.
Confesso que as vezes sou chato, porque, de coração, gostaria de entender as contradições humanas – tanto as minhas como as dos outros.
Quero entender porque algumas pessoas que não gostam de jiló - porque é amargo -, adoram cerveja.
Quero entender porque algumas mulheres de estilo zombam da padronização dos adolescentes, mas pagam rios de dinheiro para fazer propaganda de grifes famosas através de suas bolsas.
Quero entender porque as pessoas que vibram com a morte e tortura de presidiários, ficam tão surpresas quando sofrem a ação de algum deles nas ruas.
Quero entender porque as pessoas que riem dos costumes de tribos indígenas, colocam substâncias que mudam a cor dos cabelos, colocam pedaços de metal nas orelhas e narizes, rasgam a pele com agulhas e tinta para marcarem desenhos permaneentes no corpo e põem substâncias vermelhas nas bocas.
terça-feira, 26 de maio de 2009
A titulação é tudo!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Você não vai ver isso na Record hoje!!!

SÃO PAULO - O empresário Edílson Cesário Vieira move uma ação na Justiça com o objetivo de receber uma indenização de R$ 400 mil da Igreja Universal do Reino de Deus. Seguidor da religião entre 1997 e 2008, ele acusa bispos e pastores de estelionato. Os religiosos teriam convencido Edílson a pegar R$ 338 mil emprestados para fazer doações entre novembro de 2005 e janeiro de 2006. Em troca, os pastores rezariam para que o empresário ganhasse uma ação trabalhista de R$ 1 milhão.
Dono de um lava-rápido na época, Edílson alega que não tinha dinheiro suficiente para ofertas tão altas. O bispo responsável por um culto destinado apenas a empresários convenceu três fiéis a emprestar quase R$ 350 mil a Edílson. O empresário perdeu a ação trabalhista no Fórum do Tatuapé, na Zona Leste, e os fiéis que lhe emprestaram o dinheiro protestaram a dívida.
Tinha dia que eu pegava o dinheiro do caixa do lava-rápido que eu tinha lá na Zona Leste e levava todinho para a igreja. Coisa de R$ 5 mil. E no outro dia não tinha como pagar os funcionários.
- Como alguém dá R$ 200 mil para um desconhecido, sem nenhuma garantia, e ainda sem a certeza de que a indenização iria sair?", questiona o advogado Ivandir Sales de Oliveira, que representa Edílson na Justiça.
Ele acha que seu cliente foi vítima de um golpe, pois os pastores estariam interessados na indenização.
- O dinheiro da doação pode ter voltado ao fiel que emprestou - especula Ivandir.
A reportagem do Diário de S. Paulo procurou a Igreja Universal do Reino de Deus durante toda a sexta-feira. O primeiro contato foi feito no final da manhã. Até a noite a instituição religiosa não se pronunciou sobre o processo. Por e-mail, a Universal informou que ainda não tinha resposta sobre o assunto.
Não é a primeira vez que a igreja é processada por um ex-fiel. Em março deste ano, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a decisão que obriga a Universal do Reino de Deus a devolver R$ 2 mil ao motorista e ex-fiel Luciano Rodrigo Spadacio, de 29 anos. Morador de General Salgado, a 600 quilômetros da capital, Luciano alega ter dado o dinheiro na garantia de que seus problemas seriam resolvidos - o que ele garante que não aconteceu.
O motorista afirma ter sido convencido por um pastor a se desfazer de seus bens materiais para melhorar de vida em 1999. Por isso, ele vendeu sua única propriedade, um carro Del Rey, por R$ 2.600 e entregou todo o valor à igreja.
