terça-feira, 16 de setembro de 2008

Loucura por recordes estúpidos.


Interessante trecho de uma entrevista que está aqui e faz parte do site do Freakonomics. A cada dia que passa tiro mais minha fé no ser humano e a coloco mais em Deus.


Pergunta - Dos recordes para os quais vocês ainda aceitam pedidos -e dos recordes para os quais vocês não aceitam mais pedidos- qual é o mais perigoso?

Resposta - De longe, a categoria mais perigosa, na minha opinião, é o Mergulho Banzai. Este envolve pegar um avião para uma altitude determinada (3.000 m), jogar seu pára-quedas pela porta e esperar o máximo possível antes de pular atrás dele. O alvo, então, é claro: queda livre na direção do pára-quedas, até pegá-lo, amarrá-lo e acioná-lo antes de atingir o solo. A espera mais longa até hoje foi, incrivelmente, de 50 segundos, por Yasuhiro Kubo, do Japão. Por que aceitamos isso e, no entanto, não permitimos tentativas como a travessia de carro dos EUA mais veloz ou a maior viagem a cavalo? É assim que fazemos distinção, de fato: se você coloca sua vida em risco, tudo bem; se você coloca a vida de outro em risco, não pode.Então, não aceitamos mais pedidos de recordes para:

- longas viagens a cavalo (cruel para o cavalo).

- viagens de carro mais rápidas pelo mundo, ou atravessando o país, ou qualquer outra de ponto a ponto. (coloca outros usuários da estrada em risco).

- mais jovens cirurgiões (coloca o paciente em risco; tivemos que envolver a polícia em um caso recente, quando um menino de 15 anos executou uma cesariana para estabelecer um recorde mundial!).

- a cirurgia mais rápida (coloca o paciente em risco).

- os mais jovens halterofilistas (não acreditamos que as famílias não vão drogar seus filhos com esteróides).

- mais jovem corredores de maratona (ouvimos falar de uma família que treinava seu filho até quase matá-lo para melhorar seu tempo de maratona; agora, a idade limite para tal teste de resistência é 14 anos para esportes de impacto mais suaves ou 18 anos para qualquer outra coisa).

Ian McCullock


26 June, 2003 - 21:02
Da série: porque o Ian McCullock é meu ídolo.
S&Y: Anos atrás você disse que fazia canções buscando compor a melhor música de todos os tempos. Você dizia que "The Killing Moon" chegava perto, mas não era "a" música. Como está a busca?
IM - Eu encontrei as onze melhores músicas de todos os tempos e estão todas reservadas para o meu próximo álbum solo, que sai em maio (risos). Bem, talvez "Ocean Rain" seja essa música. Toda vez que eu a toco, sinto algo inexplicável, e muitos jornalistas falam isso também. Mas "The Killing Moon" e "Nothing Lasts Forever" também estão no páreo. Ah, e todas as canções do álbum "Flowers". (risos).

A verdade Continua

Fui no google ver o que aconteceu no dia em que nasci e descobri algo muito triste: o mundo estava de greve. Puta que la merda, não aconteceu absolutamente NADA nesse dia. NADINHA!!!!! Nem os grilos cantaram. Que tristeza!!!
Marcelo desiludido

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

LHC a máquina aceleradora de partículas.




Hoje no meu trabalho, dois colegas meio de brincadeira e meio sérios, disseram estar temendo pelo resultado da experiência da tal da LHC, que alguns cientistas acusam de ser uma geradora de buracos negros e promotora do fim do mundo.
O mais triste é que o que sabemos dessa máquina vêm em repostagens de no máximo 3 páginas escritas por repórteres que tem que assimilar em dias o que cientistas levaram a vida inteira pra aprender; o que gera vários mal-entendidos.

Mas independentemente disso, se o mundo fosse acabar mesmo, meu sonho era estar do lado do Pedro de do Bino e ouvir o Pedro gritando;

- CORRE BINOOOOO!! É UMA CILAAAADA!!!

Ia morrer rindo!!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Starway to Cornetto




Estava eu e o Thiago, que é o colega que tem me acompanhado nas minhas 365 viagens anuais (366 nos anos bisextos, se é que bisexto se escreve assim), e como o trabalho estava demasiado e as acomodações não estavam entre as 89 melhores de BH, posso tranquilamentye dizer que um dos nossos únicos confortos era o indefectível Cornetto pós-almoço.

De repente, nasce uma citação clássica, que deixou Nietzsche chorando de inveja (e daí nasceu o livro "quando Nietzsche chorou" e tals).

Eu: Cara, Cornetto é muito bom né? Pediu pra ser bom e entrou 7 vezes na fila!!
Thiago: Bicho, eu boto fé que quando a gente morre a vai pro Céu, enquanto se dão os trâmites burocráticos, corre a papelada e São Pedro tira as certidões negativas, ficam passando uns anjinhos com umas bandejas de Cornetto. É certeza marcelão!!!
Eu: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Thiago: É sério!!
Eu: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Essa vai pro Blog.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Folha inova curiosamente.

No mínimo curiosa essa matéria da folha. Ela ocultou um possível escândalo sobre licitações em uma repostagem cultural sobre uma ópera.
Duvida?
Então olha aqui.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Mara Maravilha fazendo discípulos.

Acima: Mara tenta ganhar um extra com alguns não abortados.



Um ser humano tão covarde quanto a Mara ""Maravilha"" - até porque quem comenta como anônimo não pode ser chamado de outra coisa - deixou a seguinte pérola nos comentários do post sobre a assassina evangélica que pratica a caridade cristã cobrando cachês milionários para pregar sua conversão em shows gospel:

"Texto infeliz e sem argumentos. Mara fez e se arrepende, todos estamos sujeitos a erros, ainda mais quando se trata de uma adolescente em plena fama, perdida de si, dopada em remédios. A Mara de hoje em dia, é outra, madura, e tem Deus acima de tudo..."

Bom, utilizando o mesmo método Ferrenho desse defensor dessa assassina de fetos, seguem algumas perguntinhas:

Onde está escrito que adolescentes em plena fama, perdidas de si e dopada em remédios podem abortar? Aliás o simples fato de estar gestando uma criança já deveria fazer com que a pessoa parasse com qualquer atitude prejudicial.

Será que a melhor forma de expressar arrependimento é ir num programa de TV contar tudo pra ganhar mais dinheiro? E prometer contar TUDO mesmo se rolar mais algum?

Bom, fico feliz de ser chamado de "sem argumentos" e de "infeliz" pelo nosso(a) amigo(a) não identificado. Isso só marca a nossa diferença, o que pra mim é uma honra.

E não adianta deturpar a coisa, porque a verdade é: ABORTO = ASSASSINATO.

Quem abortou cometeu um crime perante a lei de Deus e vai pagar por isso. Ser adolescente famosa e drogada, pode até servir como atenuante ou agravente, mas não como excludente por si só.

E por último: será que se a mãe desse co-autor de assassinato - que defende que a Mara ganhe dinheiro usando o aborto como aumentador de prêmio - tivesse cometido esse """compreensível""" erro, eu estaria respondendo essa mensagem?

Como diria o Padre Léo: o dia que eu conhecer um abortado que defende o aborto eu mudo de idéia.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Surpresas da Vida


Nós temos medo do desconhecido. Senão medo, um grande desconforto.

Pensando toda a evolução humana, a gente percebe que grande parte das coisas e inventos são para tornar nossa vida positivamente previsível. Estações do ano são para tornar o clima minimamente previsível; meses e horas tembém; refeições definidas nem se fala; daí podemos viajar por uma série de previsibilidades: valores de referência (como taxas sanguíneas por exemplo), previsões econômicas, registro de experiências para utilização como base para o futuro (previsões por exemplo)... tudo isso mostra nossa verdadeira fobia às coisas incertas.

Mesmo as pessoas que não gostam da mesmice, usam suas experiências e fazem uma previsão de que padrão de comportamento gerará um resultado incerto - até a incerteza, nesse caso, não deixa de ser previsível.

Com base nessa fortaleza de dados e certezas, construímos nosso cotidiano. Assim, temos as """certezas""" sempre do nosso lado, fazendo da nossa vida um mar de conforto.

Agora, o que acontece quando uma de nossas certezas ou previsões simplesmente se desmontam na frente dos nossos olhos? Quando nossos planos simplesmente desmoronam? quando algo que você considerava fato simplesmente vira uma mentira?

Das coisas mais bobas, como uma derrota no esporte, até as mais sérias, como uma apunhalada de um amigo, você fica se perguntando o que aconteceu sem que você percebesse para que aqueles resultados acontecessem.

O resultado das coisas inesperadas geralmente é o sofrimento, que em maior ou em menos grau causa uma tristeza indesejada.

É nessas horas que você pensa: o que é certo na minha vida? Porque isso aconteceu? Porque desse jeito?

É aí que você começa a vislumbrar o que realmente é absoluto: Deus!!

Por mais que dê voltas, é Deus que nos dá o conforto necessário nessas horas. Seja através de coinscidência - que dizem ser o apelido preferido Dele - ou através das pessoas que realmente gostam de você.

Passei por um momento muito difícil ultimamente: em um curto espaço de tempo as incertezas tomaram conta de mim. Dois problemas bem sérios de saúde em minha família mais próxima (graças a Deus um foi superado) e uma apunhalada de uma pessoa que absolutamente NUNCA eu esperava.

De repente quanto me julgava o mais perdido dos seres humanos, me aparece meu queridíssimo amigo Cláudio e me passa a seguinte passagem da Bíblia:

"Se adquirires um amigo, adquire-o na provação, não confies nele tão depressa.
Pois há amigos em certas horas que deixarão de o ser no dia da aflição.
Há amigo que se torna inimigo, e há amigo que desvendará ódios, querelas e disputas;
há amigo que só o é para a mesa, e que deixará de o ser no dia da desgraça."


Qual não é minha surpresa quando minha namorada, sem saber da apunhalada, me manda um trecho de um salmo - que não me lembro agora - que tratava exatamente do que eu estava passando no momento!!!??


Essa experiência só me provou que não podemos nos apegar as nossas certezas de forma tão intensa, simplesmente porque elas nem chegam perto do que é realmente absoluto: Deus. Ao invés de desespero, ódio ou tristeza sinto apenas paz, confiança e gratidão.


Obrigado Deus e obrigado a meus verdadeiros amigos.


"Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro." Eclesiástico 6, 14.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Observações de show.

Fui ao show do Muse esse fim de semana. E nos últimos shows que tenho acompanhado costumo ter uma atitude estranha para a geração (sensível) de hoje: prefiro ficar em um lugar confortável mais longe do que ser encochado por dezenas de pessoas mais perto do palco.
Cheguei no show da Pitty, que embora eu não seja fã tenho que adimitir que tem um domínio de público excelente. De bebidas caras até amigos emburrados, aguardei pouco mais de meia hora até começar o show.
E o legal é que metade da graça dos shows é observar a reação de platéia. É sensacional você ver um cara que claramente está vivendo um dos melhores momentos da vida dele porque está vendo o ídolo de perto.
Então era mais ou menos 50% do tempo com a banda e outros 50% com a platéia. Esse pessoal do Porão do rock está de parabéns, pois conseguiu organizar um evento muitp legal, acessível a todos, organizado e ainda conseguiu trazer o muse pra Brasília!!!
Quem sabe a sestine não toque lá o ano que vem? Com certeza seria uma honra imensa!!